O deputado federal Nikolas Ferreira se pronunciou sobre a nova investigação aberta pelo Ministério Público Federal (MPF) contra Jair Bolsonaro. A investigação apura falas de Bolsonaro que ofendem mulheres do Partido dos Trabalhadores (PT), classificadas como “violência política de gênero”. Em uma publicação nas redes sociais, Nikolas defendeu o ex-presidente, escrevendo: “Se isso for crime, somos todos criminosos”. O novo inquérito se soma aos problemas judiciais de Bolsonaro, que atualmente cumpre prisão domiciliar.

Parlamentar dividiu opiniões após fala polêmica sobre o caso (foto: reprodução/internet)
Parlamentar dividiu opiniões após fala polêmica sobre o caso (foto: reprodução/internet)

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comentou sobre a nova investigação aberta pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desta vez, o inquérito do MPF do Distrito Federal investiga o ex-presidente por ofender mulheres petistas.

Em uma publicação no Instagram, Nikolas compartilhou a notícia e escreveu na legenda: “Se isso for crime, somos todos criminosos”.

Nova investigação

A investigação contra Bolsonaro foi aberta por “violações de direitos humanos fundamentais” e “prática de violência política de gênero [contra mulheres]”. O inquérito tem como base falas do ex-presidente de março deste ano, quando um vídeo de Bolsonaro viralizou na internet. Na gravação, ele diz que apoiadoras do Partido dos Trabalhadores (PT) eram “feias” e “incomíveis”.

A íntegra da fala que gerou a investigação é: “Você pode ver, não tem mulher bonita petista, só tem feia. Às vezes, acontece, eu tô no aeroporto, alguém me xinga lá. Mulher, né?! Olho para a cara dela: ‘nossa, mãe… Incomível’”.

Situação judicial do ex-presidente

Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar, em Brasília, desde 4 de agosto, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele usa tornozeleira eletrônica e é proibido de acessar redes sociais, sob a acusação de estimular intervenção estrangeira contra a economia do Brasil. A nova investigação soma-se ao rol de problemas judiciais do ex-presidente.

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