Caso Vitória: Justiça de SP começa a decidir se Maicol Santos irá a júri popular. O crime aconteceu no fim de fevereiro, quando Vitória desapareceu após sair do shopping onde trabalhava. O corpo da jovem foi encontrado em 5 de março, em uma área de mata, com ferimentos de faca. A investigação aponta que Maicol a abordou após ela descer do ônibus a caminho de casa. Segundo a Polícia Civil, ele confessou ter matado a jovem, com quem teve um relacionamento, por medo de que ela contasse à esposa sobre o caso.

O corpo de Vitória foi encontrado com marcas de facadas. Reprodução/Instagram
O corpo de Vitória foi encontrado com marcas de facadas. Reprodução/Instagram

A audiência foi encerrada por volta das 20h, e o interrogatório de Maicol está marcado para o dia 19 de setembro. Ele está preso desde 8 de março.

Justiça de São Paulo iniciou nesta segunda-feira (18) a análise sobre se Maicol Sales dos Santos será julgado por júri popular pelo assassinato de Vitória

O corpo de Vitória foi encontrado com marcas de facadas. Reprodução/Instagram

O crime aconteceu no fim de fevereiro, quando Vitória desapareceu após sair do shopping onde trabalhava. O corpo da jovem foi encontrado em 5 de março, em uma área de mata, com ferimentos de faca. A investigação aponta que Maicol a abordou após ela descer do ônibus a caminho de casa. Segundo a Polícia Civil, ele confessou ter matado a jovem, com quem teve um relacionamento, por medo de que ela contasse à esposa sobre o caso.

O Ministério Público denunciou Maicol por sequestro, feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. A Promotoria afirma que ele agiu sozinho e pediu pena máxima, que pode chegar a 50 anos de prisão. No entanto, determinou também a abertura de um novo inquérito para apurar se houve participação de outra pessoa na ocultação do corpo, já que exames encontraram material genético de um homem não identificado no carro de Maicol.

A defesa do acusado contesta a legalidade da confissão, alegando que ele foi coagido e não estava acompanhado por advogados no momento do depoimento.

O Ministério Público o denunciou por sequestro, feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual.

Um novo inquérito foi aberto para apurar se houve participação de terceiros na ocultação do corpo. Foto/Reprodução

Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram que o sangue encontrado no carro e na casa do acusado era de Vitória. Ele também foi acusado de tentar eliminar provas, limpando os locais e apagando dados do celular. A defesa sustenta que Maicol é inocente e não compareceu à reconstituição do crime. O processo segue em andamento, e a Justiça deverá decidir nas próximas semanas se ele será julgado por um tribunal do júri.

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