A Justiça de São Paulo decretou a prisão temporária de Alessandro Neves dos Santos, de 24 anos, suspeito de matar a jovem Sarah Picolotto dos Santos Grego em Ubatuba. O corpo de Sarah foi encontrado em uma área de mata no dia 15 de agosto, após ela ficar desaparecida por dias. O suspeito chegou a confessar o crime e foi liberado pela polícia, mas agora está foragido após um recurso do Ministério Público.

Jovem foi encontrada morta em área de mata de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo
Jovem foi encontrada morta em área de mata de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo

A Justiça de São Paulo decretou, nesta terça-feira (19), a prisão temporária de um homem de 24 anos suspeito de matar uma jovem em Ubatuba, no Litoral Norte de São Paulo. A decisão veio após um recurso do Ministério Público de São Paulo, já que o suspeito havia confessado o crime, mas foi liberado. O homem está foragido.

Corpo foi encontrado em área de mata

A vítima, Sarah Picolotto dos Santos Grego, de 20 anos, era moradora de Jundiaí (SP) e estava desaparecida desde o dia 9 de agosto. O corpo de Sarah foi localizado no dia 15, em uma área de mata próxima a uma cachoeira no bairro Rio Escuro.

Devido ao estado avançado de decomposição, o velório não pôde ser realizado.

Suspeito confessou o crime

Segundo a Polícia Civil, no dia em que o corpo foi encontrado, o suspeito, Alessandro Neves dos Santos, chegou a ser preso e confessou o crime. No entanto, ele foi liberado em seguida. A 2ª Vara de Ubatuba acatou um novo pedido de prisão do Ministério Público e decretou a prisão temporária do homem por 30 dias.

Detalhes do crime

De acordo com a decisão judicial, a vítima foi agredida e enforcada pelo suspeito, que arrastou o corpo até a região de mata e o cobriu com vegetação para ocultá-lo. A polícia aguarda o resultado de exames necroscópicos, toxicológicos e sexológicos para confirmar a causa da morte. A Polícia Civil investiga um possível estupro coletivo contra a vítima. Um vídeo obtido com exclusividade pelo portal Bacci Notícias comprova que a situação teria acontecido horas antes da morte da vítima.

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