O pastor Silas Malafaia conversou com a imprensa após prestar depoimento na sede da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro e voltou a atacar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que autorizou a ação policial contra o líder religioso. Em sua fala, Malafaia classificou o ministro como “criminoso” e o acusou de estabelecer o “crime de opinião” no país.

Brasília (DF), 07/05/2025 - O ex presidente, Jair Bolsonaro (e) e pastor, Silas Malafaia (d), participam da manifestação em defesa da anistia aos condenados nos atos golpistas de 8 de Janeiro
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Brasília (DF), 07/05/2025 - O ex presidente, Jair Bolsonaro (e) e pastor, Silas Malafaia (d), participam da manifestação em defesa da anistia aos condenados nos atos golpistas de 8 de Janeiro Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O pastor Silas Malafaia conversou com a imprensa após prestar depoimento na sede da Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro (RJ), nesta quarta-feira (20), e voltou a criticar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que autorizou a ação policial contra o líder religioso.

Em sua fala, Malafaia classificou o ministro como “criminoso” e o acusou de estabelecer o “crime de opinião” no país.

“Nós estamos diante de um criminoso chamado Alexandre de Moraes. (…) Ele estabelece o crime de opinião no Estado Democrático de Direito. Onde é que você é proibido de conversar com alguém? Que país é esse? Que democracia é essa?”, questionou Malafaia em frente aos jornalistas no Aeroporto do Galeão.

Apelo a Barroso e a Gilmar Mendes

O pastor também fez um apelo público ao presidente do STF, Luiz Roberto Barroso, e ao decano da Corte, Gilmar Mendes, além de citar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e a imprensa.

“Senhor presidente do Supremo Tribunal Federal, até onde isso vai? Senhor Barroso, senhor Gilmar Mendes, decano do STF, até onde isso vai? (…) Até onde vai essa covardia? Eu não tenho medo de ditadores!”, disparou Malafaia, em uma fala que cobrou uma posição dos ministros sobre a atuação de Moraes.

Em atualização

 

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