Carlos Bolsonaro rebate áudios divulgados pela PF e defende o pai nas redes sociais

Em defesa do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro usou as redes sociais na manhã desta quarta-feira(21), para manifestar apoio e comentar a divulgação de áudios de investigados pela PF em inquéritos ligados à tentativa de golpe de Estado.

Segundo Carlos, o conteúdo revelado não comprova as acusações que vêm sendo sustentadas contra os alidos do ex-mandatário. Em uma série de críticas à atuação da PF, ao Judiciário e à imprensa, o vereador classificou os vazamentos como “ilegais” e acusou o sistema de agir de forma orquestrada para destruir reputações e impedir o direito de defesa.

Abaixo, o posicionamento na íntegra de Carlos Bolsonaro na rede social X, antigo twitter:

“Ouvi com atenção os áudios de conversas pessoais divulgadas dos chamados “criminosos” investigados:

– Um homem emocionado, preso, censurado e impossibilitado de se defender, soluçando por causa das sequelas de uma tentativa de assassinato cometida por um antigo militante da esquerda.

– Um pastor comentando sobre Eduardo, ora criticando, ora elogiando, como qualquer tiozão de família faria.

– Conversas a respeito de anistia, para libertar inocentes presos de forma injusta.

Agora, a pergunta que não quer calar:

Onde estão os tais diálogos explosivos? Alguém falou em golpe? Em diálogos cabulosos com o tráfico? Em desvio de INSS? Em punhal verde e amarelo? Em desvio de dinheiro?

Não. O que existe é mais um vazamento ilegal da PF, criado apenas para manipular narrativas e tentar, mais um dia, destruir reputações.

A organização ainda se aproveita, de forma planejada, do impedimento proposital e ilegal de defesa e comunicação, para explorar mais uma narrativa planejada – já que há pessoas amarradas que hoje não podem mais se comunicar livremente nem se defender na imprensa ou nas redes sociais, pois ordens judiciais de quem investiga e julga o mesmo caso assim “democraticamente” determinou. Tudo muito cristalino. Isso aqui já está muito pior do que a Nicarágua.

O sistema trabalha unido e focado – da fonte até a exploração midiática – para esconder a gestão caótica do seu “filho fabricado”, praticando e fabricando, dia sim e dia também, crimes contra aqueles que realmente fizeram e ainda podem fazer pelo Brasil.”

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