O advogado da empresa Trump Media, Martín De Luca, acusou o relatório da PF de tentar distorcer as correspondências entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e a empresa norte-americana. De Luca afirmou ainda que o relatório, divulgado nesta quarta-feira (20), tenta atribuir a Bolsonaro uma imagem de “subordinação estrangeira”, sugerindo uma relação entre o ex-presidente do Brasil e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O advogado da empresa Trump Media, Martín De Luca, acusou o relatório da PF de tentar distorcer as correspondências entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e a empresa norte-americana. De Luca afirmou ainda que o relatório, divulgado nesta quarta-feira (20), tenta atribuir a Bolsonaro uma imagem de “subordinação estrangeira”, sugerindo uma relação entre o ex-presidente do Brasil e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em nota, o advogado rechaçou as informações contidas no relatório e afirmou que presta apenas orientação jurídica e de comunicação. Ele disse que o documento disponibilizado pela Polícia Federal distorce as informações, ao atribuir aos envolvidos conspirações contra a democracia.
“A verdadeira responsabilização de Moraes não virá por meio de boletins de ocorrência, mas sim na Justiça americana, onde ainda o aguardamos”, declarou o advogado.
Leia a íntegra da nota de Martín De Luca:
Nesta noite, entrei para um clube exclusivo de americanos selecionados por enfrentar Alexandre de Moraes.
A tentativa da própria unidade da Polícia Federal de Moraes de retratar correspondência profissional de rotina como evidência de “subordinação estrangeira” é a mais recente manobra desesperada para mantê-lo à tona.
“Como advogado americano, costumo fornecer orientação jurídica e de comunicação. Esse é o meu trabalho. Oferecer feedback em uma breve nota pública ou transmitir um processo judicial público é algo totalmente comum. No entanto, essas ações rotineiras agora são distorcidas por teorias da conspiração”.
Por essa lógica, qualquer líder político que consulte um advogado, redator de discursos ou estrategista deve estar conspirando para derrubar a democracia.
A mensagem é inequívoca: qualquer um que ousar criticar ou expor a implacável campanha de censura de Moraes será alvo – seja você um advogado, um cidadão americano ou alguém que fale livremente em solo americano. Ou os três ao mesmo tempo.
A liberdade de expressão não é garantida pelos governos; é inerente a todos. Como Benjamin Franklin alertou: “Quem quiser destruir a liberdade de uma nação deve começar por subjugar a liberdade de expressão.”
Continuarei meu trabalho com transparência e profissionalismo, sem medo. A verdadeira responsabilização de Moraes não virá por meio de boletins de ocorrência, mas sim na Justiça americana, onde ainda o aguardamos.
