A Justiça de Minas Gerais negou o pedido do Ministério Público para bloquear R$ 3 milhões em bens de Renê da Silva Nogueira, empresário que confessou ter matado a tiros o gari Laudemir de Souza Fernandes, em Belo Horizonte, na semana passada.

O homem afirmou ser formado em Havard e na PUC-Rio, mas foi desmentido pelas duas instituições
O homem afirmou ser formado em Havard e na PUC-Rio, mas foi desmentido pelas duas instituições

A Justiça de Minas Gerais negou o pedido do Ministério Público para bloquear R$ 3 milhões em bens de Renê da Silva Nogueira, empresário que confessou ter matado a tiros o gari Laudemir de Souza Fernandes, em Belo Horizonte, na semana passada.

O bloqueio também alcançaria os bens da esposa do empresário, a delegada Ana Paula Balbino Nogueira. Segundo o MP, a medida tinha como objetivo impedir o desvio de patrimônio e assegurar o pagamento de uma eventual indenização à família da vítima.

A decisão foi assinada pela juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, que alegou que o caso ainda está em fase de investigação e que, neste momento, a função da vara criminal deve se limitar ao controle de legalidade dos atos e fiscalização de possíveis irregularidades.

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