A reportagem investiga a morte de Mykaella, uma jovem de 22 anos, que foi vítima de uma explosão em um terreiro de São Paulo após um ritual com fogo. A história destaca o choque e a dor da família em contraste com o silêncio do acusado.
O que era para ser um momento de fé e rito se transformou em uma tragédia de proporções assustadoras. Um ano após o incidente fatal, a morte de Mykaella, de 22 anos, ainda assombra sua família.
A jovem, que participava de um ritual em um terreiro de São Paulo, teve a vida tirada por uma explosão causada pelo próprio pai de santo, Beto Silva, que teria jogado álcool em uma fogueira.
A reportagem de Marcela Munhoz procurou o pai de santo, que se recusou a falar sobre o caso. Sua única resposta foi um seco “não, não gostaria”.
A tragédia ocorreu em 12 de setembro de 2024 deixou a jovem com queimaduras em 75% do corpo. Mykaella travou uma batalha de 15 dias pela vida, mas não resistiu. A família agora clama por justiça, exigindo que o pai de santo seja responsabilizado e que práticas perigosas com fogo em rituais sejam proibidas, para que nenhuma outra vida seja perdida de forma tão cruel e desnecessária.
A tentativa de silenciar o caso apenas intensifica o clamor por respostas.
