Dois adolescentes de 17 anos foram impedidos de concretizar um plano de massacre em uma escola pública do Distrito Federal. O plano, que incluía a fabricação de armas artesanais e dez vídeos, foi descoberto pela coordenação da instituição de ensino, que agiu prontamente ao acionar a Polícia Civil do DF (PCDF) para iniciar as investigações.
Os jovens, alunos do 2º ano do ensino médio, mantinham uma intensa atividade online. Em conversas interceptadas pela polícia, eles expressavam o desejo de “entrar para a história” em fóruns na internet, onde utilizavam nomes que remetiam a atiradores de massacres nos Estados Unidos.
Além disso, os estudantes operavam um site próprio para disseminar discursos de ódio contra mulheres, negros e pessoas LGBTQIAPN+, além de fazerem apologia ao nazismo. O ataque à escola estava programado para meados de setembro.
Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) afirmou que, ao tomar conhecimento do caso, adotou todas as medidas cabíveis e encaminhou a situação à Polícia Civil, que segue investigando os fatos.
