A Ilha da Queimada Grande, localizada no litoral de São Paulo, ganhou destaque nacional após se tornar ponto de busca por uma família que desapareceu em um naufrágio, no último sábado (23). O local é conhecido por seu perigo extremo e foi apelidade como “Ilha mais mortal do planeta”.

Paraíso proibido: família desapareceu perto de ilha mais mortal do planeta (Foto: Reprodução)
Paraíso proibido: família desapareceu perto de ilha mais mortal do planeta (Foto: Reprodução)

A Ilha da Queimada Grande, localizada no litoral de São Paulo, ganhou destaque nacional após se tornar ponto de busca por uma família que desapareceu em um naufrágio, no último sábado (23). O local é conhecido por seu perigo extremo e foi apelidade como “Ilha mais mortal do planeta”.

Ela abriga a jararaca-ilhoa, uma das serpentes mais venenosas do mundo, e é considerada a 2ª ilha com a maior densidade populacional de cobras no planeta, com cerca de 45 indivíduos por hectare, área de 100 metros de largura por 100 de comprimento, equivalente a um campo de futebol.

Situada entre as cidades de Peruíbe e Itanhém, a praia tem acesso restrito e permitido somente a pesquisadores autorizados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Além da serpente mais venenosa do mundo, o local paradisíaco abriga uma variedade de espécies, incluindo insetos, lagartos, aranhas e aves, como o atobá, reforçando a importância da ilha para a biodiversidade.

Relembre o caso da família Dias
Os familiares, Bruno Silva Dias (filho), Lucídio Francisco Dias e Maria Aparecida da Silva Dias (pais) desapareceram no último sábado (23), após sair para um passeio de lancha no litoral norte de São Paulo. A embarcação teria saído de Ilhabela com destino a São Sebastião, mas não chegou ao ponto previsto.

Desde então, equipes do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam buscas intensas na região. Até o momento, corpos foram localizados em áreas próximas à Barra do Sahy, em São Sebastião (SP).

As autoridades seguem apurando as circunstâncias do desaparecimento e trabalham para localizar todos os ocupantes da embarcação.

Até o momento, apenas o corpo de Maria Aparecida da Silva Dias foi encontrado, já sem vida, pela região.

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