A Polícia Militar de Guarulhos, na Grande São Paulo, prendeu Domingos da Silva, de 18 anos suspeito de ser o assassino da jovem Maria Kauane Domingos da Silva no litoral paulista, a mando do namorado da vítima. Ele teria recebido R$ 10 mil para cometer o crime. Em entrevista, o Primeiro-Tenente Rodrigo Ramir detalhou como a prisão aconteceu. O policial destacou a atenção de um de seus subordinados, que reconheceu o suspeito pela foto divulgada na imprensa.
A Polícia Militar de Guarulhos, na Grande São Paulo, prendeu nesta quarta-feira (27), Domingos da Silva, de 18 anos suspeito de ser o assassino da jovem Maria Kauane Domingos da Silva no litoral paulista, a mando do namorado da vítima. Ele teria recebido R$ 10 mil para cometer o crime. Em entrevista, o Primeiro-Tenente Rodrigo Ramir detalhou como a prisão aconteceu. O policial destacou a atenção de um de seus subordinados, que reconheceu o suspeito pela foto divulgada na imprensa.
De acordo com o tenente Ramir, a prisão ocorreu durante um patrulhamento de rotina, que visa a inibir crimes e reforçar o policiamento preventivo. “O policial se destacou devido à memória, porque ele tomou conhecimento do possível envolvimento desse indivíduo com este crime através da imprensa”, disse. O agente viu a foto de Rodrigo em uma reportagem e o identificou na rua, o que motivou a abordagem.
“Ele estava na porta da residência ao avistar a equipe, e tentou entrar para dentro da casa, mas felizmente foi abordado antes”, relatou o oficial. O suspeito estava foragido.
Motivação e detalhes do crime
Maria Kauane Domingos da Silva, de 22 anos, foi morta com um tiro na cabeça em Mongaguá, no litoral de São Paulo. O mandante já foi preso. Ele alega que estava cansado de ser traído pela namorada, que mantinha vida de garota de programa. O tenente afirmou que o suspeito negou ter cometido o crime e disse apenas ser amigo de um homem que já está detido no litoral, que teria pegado o celular dele emprestado. No entanto, segundo informações,
Próximos passos e a investigação
Questionado sobre os próximos passos da investigação, o tenente Ramir ressaltou que a responsabilidade é da Polícia Civil de Itanhaém, que está conduzindo o inquérito. “A nossa parte é o que? Os policiais fazendo patrulhamento de rotina, devido à matéria que foi vinculada na imprensa e as características que foram expostas, reconheceram o indivíduo como sendo o mesmo da reportagem e fizeram a abordagem”, concluiu o oficial. A moto do suspeito também foi apreendida e será periciada, assim como o celular, para rastrear a localização e buscar mais evidências.
