O presidente da Argentina, Javier Milei, foi retirado às pressas de uma carreata em Lomas de Zamora, na região metropolitana de Buenos Aires, nesta quarta-feira (27), após o veículo em que estava ser alvo de um ataque com garrafas e pedras.

Javier Milei se pronuncia após ataque e faz acusações

O presidente da Argentina, Javier Milei, foi retirado às pressas de uma carreata em Lomas de Zamora, na região metropolitana de Buenos Aires, nesta quarta-feira (27), após o veículo em que estava ser alvo de um ataque com garrafas e pedras. Em uma publicação no X (antigo Twitter), o presidente responsabilizou militantes ligados ao kirchnerismo pelo ocorrido e condenou a violência.

O ataque aconteceu durante um ato político em apoio ao deputado José Luis Espert, candidato às eleições legislativas de outubro. De acordo com a assessoria de Milei, o presidente e sua equipe foram prontamente retirados do local sem ferimentos.

Em sua conta pessoal, Milei se manifestou sobre o incidente, atribuindo a violência à falta de propostas da oposição.

“Depois de passar por Lomas de Zamora, onde os kukas atiraram pedras por falta de ideias, voltaram a recorrer à violência”, escreveu. O termo “kukas” é uma gíria pejorativa usada para se referir a militantes kirchneristas.

Em sua postagem, o presidente fez um apelo para que a população se manifeste contra o kirchnerismo nas próximas eleições.

“Nos dias 7/9 e 26/10, digamos nas urnas: kirchnerismo nunca mais”, completou, reforçando a polarização política que tem marcado o cenário argentino. A publicação foi acompanhada por uma foto de Milei com sua irmã e secretária-geral da Presidência, Karina Milei, e o deputado José Luis Espert.

 

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