O empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, assassino confesso do gari Laudemir de Souza Fernandes, precisa definir oficialmente quem será seu advogado após sucessivas trocas. Ele segue preso preventivamente e deverá responder por duplo homicídio qualificado. Renê manifestou intenção de que dois advogados trabalhem conjuntamente em sua defesa, decisão que ainda depende de confirmação.

Foto: reprodução/redes sociais
Foto: reprodução/redes sociais

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais determinou que o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, assassino confesso do gari Laudemir de Souza Fernandes, defina oficialmente quem será responsável por sua defesa, após uma sequência de trocas de advogados.

No ato de sua prisão, na segunda-feira (11), Renê contratou três advogados: Leonardo Guimarães Salles, Leandro Guimarães Salles e Henrique Vieira Pereira, do escritório Ariosvaldo Campos Pires Advogados. Uma semana depois, os profissionais deixaram o caso. Leonardo Salles afirmou que a saída ocorreu por “motivo de foro íntimo”, sem dar detalhes adicionais.

Em seguida, Renê contratou Dracon Cavalcante, com registro da OAB em Minas Gerais, que também permaneceu poucos dias no caso antes de ser substituído por Bruno Silva Rodrigues, advogado atuante no Rio de Janeiro. Atualmente, Dracon e Bruno aguardam a manifestação do empresário sobre quem será o responsável legal pela defesa.

Em entrevista ao UOL, Bruno explicou que aguarda a decisão de Renê. Dracon destacou que o empresário deseja que ambos trabalhem juntos:

“A intenção do Renê é que a gente trabalhe juntos. Se ele confirmar isso, a gente vai trabalhar junto. Agora, se ele falar que é só eu, o do Rio sai; e se ele falar que é o do Rio, eu saio. Temos agora que esperar o Renê comunicar a decisão dele à juíza para não haver problema de confusão processual.”

Renê segue preso preventivamente. Ele alega que atirou acidentalmente em Laudemir e demonstrou arrependimento pelo crime, pelo qual deverá responder por duplo homicídio qualificado.

Vídeos curtos

Mais lidas