O influenciador Hytalo Santos e seu marido, Euro, chegaram à Penitenciária Roger, na Paraíba, após serem transferidos de São Paulo. O casal foi filmado algemado e sob forte escolta policial, e passará por exame de corpo de delito antes de ingressar na unidade.

Veja momento em que Hytalo Santos chega a presídio na Paraíba
Veja momento em que Hytalo Santos chega a presídio na Paraíba

O influenciador Hytalo Santos e seu marido, Israel Vicente, o Euro, presos por exploração e adultização de crianças nas redes sociais, já estão na Penitenciária Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecida como Penitenciária Roger, em João Pessoa, capital da Paraíba, onde foram transferidos nesta quinta-feira (28).

Sob forte escolta armada, com policiais civis ao lado do casal, que foi mantido algemado o tempo inteiro, eles saíram do Centro de Detenção Provisória 1 (CDP-1) de Pinheiros, na Zona Oeste, onde estavam presos há onze dias, ainda pela manhã.

De lá, foram levados para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde ficaram em uma sala especial da Polícia Federal até o momento do voo comercial para João Pessoa. O desembarque na capital paraibana aconteceu no Aeroporto Internacional de João Pessoa – Presidente Castro Pinto, por volta das 17h36.

Antes de serem levados à Penitenciária Roger, ainda passaram pelo Instituto de Polícia Científica (IPC), onde passarão por exame de corpo de delito. Em frente ao presídio, algumas pessoas conseguiram filmar o momento exato da chegada de Hytalo (vídeo abaixo), que cogitou acenar ao público.

Presídio com unidade especial

A decisão da Justiça da Paraíba, pela transferência de Hytalo e Euro, foi tomada na última segunda-feira (25). A unidade conta com um pavilhão exclusivo para a população LGBT+, criado para garantir mais segurança contra situações de violência e discriminação. As celas são adaptadas e oferecem maior liberdade para os cuidados de higiene pessoal.

Hytalo e o marido foram presos após determinação da Justiça da Paraíba, acusados de exploração e adultização de crianças nas redes sociais. Eles são investigados por suspeita de exploração sexual e econômica de menores, além de trabalho infantil irregular.

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