Cansado da rotina de marido e pai de três filhos, um americano de Wisconsin, nos Estados Unidos,  decidiu inovar: em vez de pedir o divórcio, ele encenou a própria morte durante um passeio de caiaque com o objetivo de para abandonar a família e recomeçar a vida com uma mulher que havia conhecido pela internet.

(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)

Cansado da rotina de marido e pai de três filhos, um americano de Wisconsin, nos Estados Unidos,  decidiu inovar: em vez de pedir o divórcio, ele encenou a própria morte durante um passeio de caiaque com o objetivo de para abandonar a família e recomeçar a vida com uma mulher que havia conhecido pela internet.

Ryan Borgwardt, de 45 anos, desapareceu em 12 de agosto de 2024, após ser visto pela última vez no lago Green Lake, a cerca de 160 quilômetros de Milwaukee. Na ocasião, autoridades encontraram um caiaque virado e um colete salva-vidas, acreditando que o homem havia se afogado.

Enquanto a família e equipes de resgate buscavam por seu corpo, Ryan mantinha contato frequente com uma mulher do Uzbequistão, a quem jurava amor e prometia começar uma nova vida. Ele chegou a reverter uma vasectomia e solicitar a emissão de um novo passaporte, alegando que o anterior havia sido perdido ou roubado.

A farsa durou 89 dias, exatamente o mesmo tempo que ele passará atrás das grades por conta do golpe. Não demorou para que os investigadores descobrissem que o suposto “morto” trocava mensagens de forma regular com a amante. O juiz Mark Slaet, do condado de Green Lake, condenou Ryan a prisão e determinou ainda o pagamento de US$ 30 mil (cerca de R$ 163 mil) como ressarcimento aos órgãos que participaram das buscas.

No tribunal, o acusado pediu desculpas, afirmando “lamentar profundamente” a dor causada à esposa, aos filhos e aos amigos. A promotoria, por outro lado, classificou o ato como “um plano cruel e egoísta”, destinado apenas a satisfazer seus próprios desejos.

Quatro meses após o retorno do marido, Emily Borgwardt, com quem Ryan foi casado por 22 anos, entrou com pedido de divórcio, alegando que a relação estava “irremediavelmente destruída”.

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