A influenciadora digital Samara Mapoua se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após usar o seu perfil para lamentar a morte do namorado, Pedro Henrique, conhecido como Dengo. Ele foi vítima de um acidente de carro na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. A atitude de Samara, no entanto, gerou espanto, pois a influenciadora publicou uma foto do corpo dele logo após o ocorrido.
A trajetória de Samara Mapoua
Nascida e criada na Rocinha, Samara dos Santos, mais conhecida como Mapoua, se tornou um fenômeno da internet com vídeos nos quais protagonizava discussões bem-humoradas com a mãe. Ela viralizou com bordões como “eu sou menina, meu nome é Samara”, que se tornou sua marca registrada.
O sucesso nas redes a levou a investir na música, lançando a canção “Sou mulher, mamãe” em parceria com o DJ Batata, e assinando contrato com a Universal Music. A influenciadora teria comprado recentemente uma mansão em Campo Grande, no Rio de Janeiro.
Foto polêmica e as reações na web
Em seu perfil no Instagram, Samara publicou uma foto em preto e branco de sua mão segurando a de Pedro Henrique na cena do acidente, com a carroceria do veículo capotado visível ao fundo. A postagem gerou uma onda de reações na internet, dividindo opiniões.
“Você partiu e eu sei que a minha vida não será mais como antes”, escreveu Mapoua na postagem. “Eu vou te amar eternamente meu amor, meu Dengo, meu Pedro Henrique”, completou.

Enquanto muitos seguidores ofereceram apoio e condolências, outros criticaram a atitude. “Mas a fotinha segurando a mão do morto não poderia faltar”, ironizou um usuário. “Meu Deus, como a pessoa tira foto do morto pra postar no Instagram por likes?”, questionou outra.

Prisão e as acusações
A carreira de sucesso de Samara já foi marcada por polêmicas. A influenciadora chegou a ser presa em flagrante duas vezes no ano passado. A primeira prisão ocorreu na Avenida Brasil, quando ela foi flagrada com cinco amigos em um carro onde havia uma pistola com numeração raspada, munições e celulares.
Em depoimento, ela assumiu ser a dona da arma e justificou que a utilizava para se proteger de ameaças. Em audiência de custódia, sua prisão foi convertida para preventiva, e ela foi encaminhada a um presídio feminino.

