O vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, voltou a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em entrevista à edição argentina da Rolling Stone, publicada nesta sexta (29), o músico chamou o republicano de “um completo idiota” e afirmou que American Idiot, hit da banda, continua atual.
Armstrong destacou que a música, originalmente escrita contra George W. Bush, ganhou ainda mais força sob Trump, a quem considera incapaz de liderar o país.
Ele também atacou a política econômica do governo e demonstrou indignação com a postura do presidente diante de crises internacionais, como o conflito em Gaza.
O vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, voltou a direcionar críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em entrevista concedida à edição argentina da revista Rolling Stone, publicada nesta sexta-feira (29), o músico classificou o chefe da Casa Branca como “um completo idiota”.

Ao ser questionado sobre a atualidade de American Idiot, um dos maiores sucessos da banda, Armstrong destacou que a canção permanece pertinente.
“O problema de músicas como ‘American Idiot’ é que, nos EUA, elas se tornam cada vez mais reais com o passar do tempo. Foi escrita originalmente durante o governo de George W. Bush, mas hoje soa ainda mais significativa sob Donald Trump, um homem claramente incapaz de liderar o país… Ele é um completo idiota”, afirmou o músico.
Críticas recorrentes
O Green Day construiu ao longo da carreira um repertório marcado por críticas a presidentes norte-americanos e a aspectos do chamado “sonho americano”, frequentemente retratados de forma irônica em suas letras, clipes e shows.
Na entrevista, Armstrong também comentou sobre política e desigualdade social.
“Crescemos ouvindo punk rock e formando nossas convicções políticas. O século 21 ainda busca se definir, e isso traz caos. Talvez soe simplista, mas sob o governo Trump vimos a menor taxa de emprego em meses, e o governo não demonstra preocupação. Eles entregam o dinheiro público a bilionários”, criticou.
Indignação internacional
O cantor ainda manifestou insatisfação ao tratar de questões globais.
“Há um genocídio em Gaza, mas [Trump] prefere falar sobre Sydney Sweeney. Sei que esse tipo de caos foge do nosso controle. Mas a música pode oferecer um lugar de pertencimento, onde as pessoas se unem para buscar consolo e tentar se reconectar com o mundo. E, com sorte, não acabar despencando de uma ponte”, concluiu o cantor.
