A morte de Pedro Henrique, mais conhecido como Dengo, namorado da influenciadora Samara Mapoua, gerou controvérsia após seus familiares supostamente vetarem a realização de rituais de candomblé durante o velório. Diante do ocorrido, o pai de santo Matheus de Oxóssi usou as redes sociais para criticar a atitude, classificando-a como intolerância religiosa.
A morte de Pedro Henrique, mais conhecido como Dengo, namorado da influenciadora Samara Mapoua, gerou controvérsia após seus familiares supostamente vetarem a realização de rituais de candomblé durante o velório. Diante do ocorrido, o pai de santo Matheus de Oxóssi usou as redes sociais para criticar a atitude, classificando-a como intolerância religiosa.
O desabafo nas redes sociais

O pai de santo fez uma série de publicações no Instagram e argumentou que a decisão da família de Dengo desrespeitou a fé que o jovem seguia em vida.
“É muito comum vermos situações em que a família, por não seguir a mesma crença, impede qualquer manifestação espiritual, como se tivesse o direito de anular a vida religiosa que aquela pessoa levou”, declarou.
O religioso destacou a importância de respeitar as escolhas do indivíduo, mesmo após sua partida. “Acho totalmente errado a família decidir sozinha o que deve ou não ser feito. Se a pessoa era envolvida em uma religião, deveria ter seu caminho espiritual respeitado”, afirmou.

Experiência pessoal e alerta para a comunidade
Matheus de Oxóssi compartilhou uma experiência pessoal para reforçar sua crítica, citando o velório de sua própria avó, onde a família, apesar de não ter a mesma crença, respeitou a realização dos rituais. Ele concluiu que o caso de Dengo é um “exemplo doloroso de intolerância religiosa”, pois nega à pessoa o direito de ser honrada de acordo com a fé que escolheu.
O pai de santo finalizou a publicação com um alerta para a comunidade religiosa, sugerindo que o ocorrido serve como um lembrete para que as pessoas deixem orientações claras sobre seus rituais funerários, garantindo que suas crenças sejam respeitadas por seus sacerdotes e pela família espiritual. Ele recomendou que as pessoas devem deixar documentado o que desejam para seus rituais póstumos para evitar conflitos.
