Uma mala contendo o tronco de uma mulher foi descoberta no guarda-volumes da Estação Rodoviária de Porto Alegre na manhã da segunda-feira (01), em um caso que chocou a cidade. Nesta terça-feira (2), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul deu detalhes das “técnicas de corte”, usadas pelo assassino.

Divulgação/DAER
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Uma mala contendo o tronco de uma mulher foi descoberta no guarda-volumes da Estação Rodoviária de Porto Alegre na manhã da segunda-feira (01), em um caso que chocou a cidade. Nesta terça-feira (2), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul deu detalhes das “técnicas de corte”, usadas pelo assassino.

De acordo com o delegado Mario Souza, o suspeito pelo crime tinha habilidade em esquartejar corpos. “Certamente, a pessoa que fez isso detém essa habilidade, ou pela parte médica, veterinária ou pela parte de lidar com carnes.”

O agente explicou que essa conclusão se dá porque o assassino fez cortes limpos. “Alguma perícia, que tornou mais fácil o desmembramento”, disse ele.

Apesar de a identidade do suspeito não ter sido revelada, a polícia afirmou que a principal linha de investigação é que o suspeito tenha alguma ligação com a vítima. Isso porque, o local em que o corpo foi deixado evidencia que o homem queria que o corpo fosse achado.

Relembre o caso

Parte do corpo de uma mulher foram encontrados dentro de uma mala em um dos guarda-volumes da Rodoviária de Porto Alegre (RS), na manhã desta segunda-feira (1º).

A descoberta macabra foi feita após funcionários do setor de guarda-volumes serem alertados por um cheiro forte e insuportável. Segundo Henrique Zamora Rodrigues, supervisor do setor, a mala estava no local há 12 dias.

“Agora no fim de semana, por causa do calor, começou a exalar cheiro ali dentro, e hoje estava insuportável”, relatou Rodrigues. Ele tentou contatar a pessoa responsável pela retirada da mala, mas não obteve sucesso.

Por conta do forte odor, a equipe decidiu levar a mala para um local de descarte de lixo. Ao abri-la, eles encontraram o tronco envolto em vários sacos plásticos pretos. Rodrigues afirmou: “Vimos um tronco, que não era de animal, e acionamos a polícia na hora.” A área foi imediatamente isolada para perícia.

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