Durante o segundo dia do julgamento de Jair Bolsonaro e de mais sete aliados, acusados de participação em uma suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições de 2022, a defesa do ex-presidente iniciou seus argumentos nesta quarta-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF).

Celso Vilardi, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)  (Antonio Augusto/STF)
Celso Vilardi, advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) (Antonio Augusto/STF)

Durante o segundo dia do julgamento de Jair Bolsonaro e de mais sete aliados, acusados de participação em uma suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições de 2022, a defesa do ex-presidente iniciou seus argumentos nesta quarta-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF).

O advogado Celso Vilardi afirmou que Bolsonaro não participou diretamente das manifestações de 8 de janeiro e que foi “dragado” para os atos golpistas, negando qualquer envolvimento ativo do ex-presidente nos acontecimentos.

“O ex-presidente foi dragado para esses fatos. O ex-presidente não atentou contra o estado democrático de direito. E não há uma única prova que atrele o presidente ao Punhal Verde e Amarelo, à Operação Luneta e ao 8 de janeiro”, afirmou Vilardi.

Bolsonaro é acusado pela Procuradoria-Geral da República de chefiar uma organização criminosa para abolir o estado democrático de direito.

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