O deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva (MDB), conhecido como TH Joias, preso nesta quarta-feira (3), aparece em um vídeo curtindo um baile funk no Complexo do Alemão, reduto do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Nas imagens, ele dança ao lado do influenciador Hytalo Santos, preso em 15 de agosto por tráfico de pessoas, exploração sexual de menores e trabalho infantil artístico, além de outros crimes, e de Gabriel Dias de Oliveira, o “Índio

(Foto: Reprodução)
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O deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva (MDB), conhecido como TH Joias, preso nesta quarta-feira (3), aparece em um vídeo curtindo um baile funk no Complexo do Alemão, reduto do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Nas imagens, ele dança ao lado do influenciador Hytalo Santos, preso em 15 de agosto por tráfico de pessoas, exploração sexual de menores e trabalho infantil artístico, além de outros crimes, e de Gabriel Dias de Oliveira, o “Índio”, apontado como um dos chefes da facção criminosa.

Índio também foi detido na mesma operação da Polícia Federal que levou TH Joias à prisão.

A gravação circula nas redes sociais e evidencia a proximidade do parlamentar com figuras investigadas por crimes graves. Ainda não há confirmação da data em que o vídeo foi gravado, mas as imagens ganharam repercussão após a prisão de Hytalo no mês passado.

Prisão de TH Joiais

Tiego Raimundo dos Santos Silva, mais conhecido como TH Joias, foi preso pela Polícia Civil sob acusação de envolvimento com o tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro no Rio de Janeiro. Além de empresário no ramo de joias de luxo, ele também atuava como suplente na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), onde chegou a assumir mandatos temporários.
Apesar da imagem pública ligada ao luxo e ao meio artístico, as investigações apontam que TH também teria papel estratégico em esquemas ligados a facções criminosas. A suspeita é de que ele usava a própria empresa para lavar dinheiro do tráfico, com movimentações que ultrapassam R$ 7 milhões em menos de dois anos.
A defesa de TH contesta todas as acusações e afirma que ele não possui condenações. Seus advogados alegam que as movimentações financeiras são compatíveis com a atividade comercial da joalheria e que a atuação política dele é legítima.
Mesmo assim, a Polícia Civil e o Ministério Público apontam indícios robustos que associam o empresário a grupos criminosos, colocando em xeque sua trajetória pública tanto no mundo das joias quanto na política.

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