A atriz Demi Moore, 62, comentou publicamente sobre a condição de saúde de seu ex-marido, Bruce Willis, 70, e destacou a dedicação da atual esposa do ator, Emma Heming Willis.
A declaração foi feita durante participação no The Oprah Podcast, apresentado por Oprah Winfrey, na última terça (02).
Entenda a doença de Bruce Willis
Willis deixou a carreira em 2022 após ser diagnosticado com afasia. No ano seguinte, Emma revelou que ele sofre de demência frontotemporal (FTD).
A atual esposa lançou recentemente o livro The Unexpected Journey: Finding Strength, Hope, and Yourself on the Caregiving Path, no qual relata sua experiência como cuidadora e compartilha conselhos.
Demi ressaltou a importância do papel de Emma nesse processo.
“Não existe manual para lidar com isso. Muita coisa recaiu sobre Emma para dar conta de tudo. O mais bonito, que ela traz no livro, é lembrar que cuidadores também precisam cuidar de si mesmos. Se não estiverem bem, não conseguem estar presentes para ninguém.”
A atriz ainda demonstrou solidariedade.
“Tenho muita compaixão por Emma, sendo uma mulher jovem. Ninguém poderia prever essa situação. Ela enfrentou com medo, mas também com coragem. Fez um trabalho magistral cuidando de Bruce. Acredito que seu livro vai ajudar muitas pessoas em situações semelhantes.”
Boa relação
Apesar da separação há quase 25 anos, Demi e Bruce mantêm laços próximos e são pais de três filhas: Rumer, 37, Scout, 34, e Tallulah, 31.
Ela também refletiu sobre o impacto da doença.
“É difícil ver alguém tão vibrante mudar dessa forma. Mas é essencial encontrá-lo onde está, sem esperar que seja quem já foi. Quando você aceita isso, há ternura e amor.”
Para Demi, a chave é viver o presente.
“Se você se prender ao que perdeu, só aumenta a tristeza. Quando permanece no agora, ainda há muito dele ali. Talvez não de forma verbal, mas existe beleza dentro das possibilidades.”
Emma, mãe de Mabel Ray, 13, e Evelyn Penn, 11, também respondeu aos elogios.
“Ela está certa, há beleza nisso. Por mais duro que seja perder alguém que amamos, conseguimos enxergar o que ainda permanece.”

