Um cinegrafista do canal “Factual RJ”, com mais de 1 milhão de seguidores no YouTube, foi sequestrado e espancado por cerca de 15 traficantes armados na Vila Aliança, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Ele levou coronhadas, teve dentes quebrados e equipamentos destruídos enquanto filmava barricadas durante operação policial contra o Terceiro Comando Puro (TCP). Seis criminosos foram mortos na ação, que libertou um pastor e uma criança que estavam como reféns. Os principais alvos eram Bruno da Silva Loureiro, o “Coronel”, e José Rodrigo Gonçalves Silva, o “Sabão”.
Um cinegrafista do canal “Factual RJ”, que acumula mais de 1 milhão de seguidores no YouTube, foi sequestrado e brutalmente espancado por cerca de 15 traficantes armados com fuzis, na tarde de quinta-feira (4/9), durante uma operação policial na Vila Aliança, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O profissional, que não teve a identidade revelada, filmava barricadas erguidas por criminosos para tentar conter a ação da polícia, quando foi abordado e atacado. Segundo o dono do canal, o cinegrafista levou coronhadas dentro da boca, teve dentes quebrados e seus equipamentos de trabalho destruídos.
Ele foi resgatado por policiais militares do Batalhão de Choque e levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, onde permanece internado. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o estado de saúde do profissional é estável, e ele passará por exames complementares.
A operação tinha como objetivo prender integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP), apontados como responsáveis pela morte de Sther Barroso dos Santos, espancada no mês passado. Durante a ação, seis suspeitos foram mortos após confronto com os agentes. Os criminosos estavam escondidos em uma casa e mantinham um pastor e uma criança como reféns, que foram libertados sem ferimentos.
Os principais alvos da operação eram Bruno da Silva Loureiro, conhecido como “Coronel”, apontado como chefe do tráfico na comunidade do Muquiço e suposto mandante do assassinato de Sther, e José Rodrigo Gonçalves Silva, o “Sabão”, investigado por ordenar um ataque a tiros ocorrido em março, que deixou o piloto Felipe Marques Monteiro gravemente ferido.
