Em uma nova fase da investigação sobre o acidente envolvendo o Porsche do influencer Gato Preto, a polícia civil realizou um mandado de busca e apreensão na residência dele. A namorada do influencer, Bia, foi quem atendeu os policiais na porta.

Vídeo mostra polícia entrando na casa de Gato Preto e quem atende é Bia Miranda

Em uma nova etapa da investigação sobre o acidente envolvendo o Porsche do influencer Gato Preto, policiais civis do 15º Distrito Policial de São Paulo cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa dele nesta sexta-feira (05).

Segundo informações da polícia, a ação visa aprofundar as apurações, já que o veículo de luxo está registrado em nome de um suposto “laranja”.

A influenciadora Bia, namorada de Gato Preto, foi quem atendeu a porta para os agentes. Durante a operação, o celular do influencer foi apreendido, junto com outro Porsche, modelo Boxster. Ambos serão encaminhados para a perícia. Um vídeo da ação mostra Bia acompanhando os policiais no interior da residência.

Gato Preto se pronuncia sobre busca e apreensão

O influenciador usou suas redes sociais para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela polícia em sua casa. Em uma série de vídeos, ele expressou seu descontentamento com a ação, alegando que os policiais “não podiam levar” um segundo Porsche. Ele também mencionou que a namorada, Bia Miranda, não teve seus pertences apreendidos.

“Acabaram de entrar aqui no apartamento, mandado de busca e apreensão sobre algumas coisas que no caso foi a Porsche vermelha que levaram, sendo que não podia levar esse carro, mas, enfim, rapaziada, estou só explicando o que aconteceu. Reviraram algumas coisinhas, não viram nada demais, levaram meu outro celular, a Anna Beatriz (Bia Miranda) tem dois, ainda bem. Não levaram nada dela porque a busca e apreensão foi para mim no caso”, comentou, em tom de deboche.

Nota da defesa do influenciador

A equipe jurídica de Gato Preto, por meio de nota, confirmou que ele colaborou com as autoridades durante a busca e apreensão. No entanto, a defesa afirma que a polícia apreendeu bens que não estavam previstos no mandado judicial.

A nota explica que a ordem judicial era específica para a apreensão de objetos ilícitos ou com relação direta ao acidente. A defesa alega que a apreensão foi indevida e que já está tomando as “medidas legais cabíveis” para pedir a devolução dos itens. O comunicado finaliza reiterando que Gato Preto está à disposição da Justiça e que informações falsas sobre o caso resultarão em ações legais.

 

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