Na manhã de quarta-feira (3), um homem foi flagrado completamente nu dentro de seu apartamento, que tem janelas voltadas para a quadra do Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires, enquanto dezenas de estudantes participavam de um treino para o desfile de 7 de Setembro.

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Na manhã de quarta-feira (3), um homem foi flagrado completamente nu dentro de seu apartamento, que tem janelas voltadas para a quadra do Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires, enquanto dezenas de estudantes participavam de um treino para o desfile de 7 de Setembro.

O imóvel do suspeito está localizado em um condomínio vizinho à escola. A situação se agravou porque, meses atrás, um desabamento do muro que separava os terrenos deixou a parte dos fundos do apartamento totalmente exposta à quadra.

De acordo com relatos da ocorrência, o sargento responsável pelo acompanhamento do ensaio percebeu agitação entre os alunos e, ao verificar, encontrou o homem deitado nu na cama, com a genitália e nádegas voltadas para a escola. O suspeito segurava um celular, levantando suspeitas de que pudesse estar gravando imagens dos estudantes.

O policial ordenou que o morador fechasse as cortinas e solicitou apoio imediato. Uma viatura da Polícia Militar chegou rapidamente ao local, mas o homem se recusou a atender os agentes, evitando qualquer tipo de abordagem direta.

A síndica do condomínio foi chamada para intermediar a situação e orientar o morador sobre a gravidade do ocorrido. Um boletim de ocorrência foi registrado e o comando da academia policial também foi informado sobre o episódio.

Posteriormente, o próprio homem publicou um vídeo nas redes sociais tentando se justificar. Na gravação, ele afirma que estava “dentro de casa” e que não se expôs:

“Aqui ó, eu tô dentro da minha casa… não tô me expondo, tô no meu quarto. Não é um atentado violento ao pudor.”

Veja o vídeo:

O episódio gerou indignação entre os policiais e a direção do colégio, que consideraram a atitude do morador uma provocação inaceitável diante da presença de crianças e adolescentes.

A Polícia Militar informou que o caso será encaminhado à Polícia Civil para investigação. Entre os pontos que deverão ser analisados estão a exposição indevida de menores e a possibilidade de produção de conteúdo ofensivo. Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de comunicação da PM-SC não havia se posicionado oficialmente.

Vídeos curtos

Mais lidas