Neste domingo, 7 de setembro, a Praça da República foi tomada por milhares de manifestantes convocados por movimentos de esquerda como MTST, CUT, UNE, PSOL e PT. O protesto teve como foco a pressão contra o Congresso Nacional, críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a líderes da direita global, como Donald Trump.
Um dos símbolos mais marcantes do ato foi um boneco inflável de Bolsonaro vestido de presidiário, com tornozeleira eletrônica e o número “171” estampado no peito. Esse boneco, que já havia sido inflado em frente à casa do ex-presidente em Brasília, simbolizou as acusações que pesam contra ele, incluindo denúncias relacionadas a tentativas de golpe de Estado, que estão sendo analisadas pelo STF.
protesto da esquerda na praça da república no 7 de setembro
protesto da esquerda na praça da república no 7 de setembro
Neste domingo, 7 de setembro, a Praça da República foi tomada por milhares de manifestantes convocados por movimentos de esquerda como MTST, CUT, UNE, PSOL e PT. O protesto teve como foco a pressão contra o Congresso Nacional, críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a líderes da direita global, como Donald Trump.
Um dos símbolos mais marcantes do ato foi um boneco inflável de Bolsonaro vestido de presidiário, com tornozeleira eletrônica e o número “171” estampado no peito. Esse boneco, que já havia sido inflado em frente à casa do ex-presidente em Brasília, simbolizou as acusações que pesam contra ele, incluindo denúncias relacionadas a tentativas de golpe de Estado, que estão sendo analisadas pelo STF.
Além de Bolsonaro, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também foi alvo de críticas. Durante o protesto, manifestantes exibiram bonecos e caricaturas que o criticavam, refletindo a preocupação com a influência da extrema direita em âmbito global.
Eduardo Bolsonaro foi igualmente mencionado, sendo chamado de “traidor” em faixas e discursos. As críticas se referem à sua atuação nos Estados Unidos e à campanha internacional em defesa do pai, além do apoio a pautas econômicas e diplomáticas consideradas prejudiciais ao Brasil.
A Polícia Militar estimou a presença de cerca de 10 mil pessoas no protesto, enquanto os organizadores afirmam que mais de 20 mil participaram. O ato transcorreu sem registros de confrontos ou violência grave. Entre os presentes estava Guilherme Boulos (PSOL), que reforçou a necessidade de mobilização popular para barrar retrocessos no Congresso.
Protestos semelhantes foram registrados em outras capitais brasileiras, todos com pautas focadas na defesa da democracia, críticas à direita e apoio à responsabilização por atos antidemocráticos.

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