A Anvisa proibiu a fabricação, comercialização e uso de 32 suplementos alimentares da empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda, em medida publicada na última sexta.

Anvisa proíbe 32 suplementos alimentares por risco sanitário

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização e uso de 32 suplementos alimentares da empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda.

A medida, publicada na última sexta-feira (05), foi tomada após uma inspeção revelar que os produtos estavam sendo produzidos sem a licença necessária e em condições sanitárias inadequadas.

A decisão da Anvisa se baseia na falta de licença de funcionamento e na fabricação dos suplementos em um ambiente que não atende aos padrões de higiene e segurança exigidos pelas autoridades competentes. A agência também suspendeu a divulgação e qualquer tipo de propaganda dos produtos, alertando os consumidores a suspenderem o uso imediatamente caso possuam algum deles em casa.

Lista de produtos proibidos pela Anvisa

A lista de suplementos afetados pela proibição inclui itens populares e de diferentes marcas, todas vinculadas à empresa Ervas Brasillis. Entre eles estão produtos voltados para o desempenho esportivo, como creatina, e suplementos de colágeno, vitaminas e minerais.

Confira a lista completa dos suplementos proibidos:

  • Turbo Black Vitamin: Creatina Monohidratada (sabores Frutas Vermelhas e Laranja), Colágeno Tipo II, Colágeno Hidrolisado, Cafeína com Taurina, Magnésio Treonato, Maca Peruana, Maca Preta, L-Arginina e Alanina, K2 + D3 2000 UI, Energy Maca, Max Vision.
  • Ervas Brasil: Moringa, Maca Peruana, Hibisco, Graviola.
  • NB Nutrition: Tadala Natural, Ômega 3, Moringa Oleifera, Magnésio Treonato, Magnésio Dimalato, Colágeno Tipo II Não Desnaturado, Cabelo Pele e Unha, Ácido Hialurônico + Colágeno Tipo II.
  • Natuforme Produtos Naturais: Lactoze.
  • Ozonlife: Óleo de Girassol Ozonizado.
  • Nutrição Esportiva: Maca Premium.
  • Max Force: Maca Peruana Concentrado.
  • Vitacorpus: Ora-Pró-Nobis Premium.

A proibição visa proteger a saúde pública, garantindo que apenas produtos seguros e dentro das normas sanitárias cheguem ao consumidor.

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