Polícia Civil de Joinville se pronunciou sobre o caso de homicídio seguido de suicídio que resultou na morte de uma mulher, dois adolescentes e o próprio agressor, na madrugada desta quinta-feira (11). O delegado Rafael Ross detalhou o cenário da tragédia e confirmou que a sogra do suspeito, que sobreviveu, é a principal fonte de informação para a investigação.

Polícia revela detalhes macabros sobre homem que matou a própria família a tiros

Polícia Civil de Joinville se pronunciou sobre o caso de homicídio seguido de suicídio que resultou na morte de uma mulher, dois adolescentes e o próprio agressor, na madrugada desta quinta-feira (11). O delegado Rafael Ross detalhou o cenário da tragédia e confirmou que a sogra do suspeito, que sobreviveu, é a principal fonte de informação para a investigação.

Foto: reprodução/redes sociais

Histórico do suspeito

Ao chegar na residência, a polícia se deparou com um cenário chocante, conforme relatou o delegado Rafael Ross.

“Nos deparamos com autor sem vida, a companheira dele e dois adolescentes. A sogra foi encaminhada ao hospital com vida.”

Uma pistola calibre .380 foi a arma utilizada no crime. Segundo o delegado, não há indícios da presença de terceiros no ambiente. A polícia trabalha com a hipótese de crime passional, já que o suspeito possuía um histórico de agressividade. “Ele já tem outros processos, na delegacia de proteção a mulher. Ele era agressivo, por conta do histórico”, afirmou o delegado.

Dinâmica do crime

A investigação aponta que a discussão entre o casal teria se iniciado por volta das 3h da manhã. Vizinhos relataram ter ouvido gritos e disparos. A polícia acredita que o suspeito tenha atirado primeiro na companheira, e depois nos outros familiares, incluindo a sogra, que foi atingida por seis disparos.

“A Letícia provavelmente estava dormindo, pelo horário e posicionamento que ela foi encontrada. Ele acreditava que a sogra já estivesse morta.”

A sobrevivência da sogra é a chave para o avanço da investigação.

“Temos ainda a sogra, que sobreviveu. O estado é grave. Com ela, vamos conseguir algum tipo de informação mais precisa. A motivação vamos trabalhar no inquérito”, finalizou o delegado.

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