O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, voltou a se manifestar nesta quinta-feira (11/9) sobre o julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados pela suposta tentativa de golpe de Estado. Para Marinho, o resultado já era esperado e faz parte de um “jogo combinado”. O parlamentar defendeu que o caminho para resolver a situação não está no Judiciário, mas sim no Legislativo.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, voltou a se manifestar nesta quinta-feira (11/9) sobre o julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que formou maioria para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados pela suposta tentativa de golpe de Estado. Para Marinho, o resultado já era esperado e faz parte de um “jogo combinado”. O parlamentar defendeu que o caminho para resolver a situação não está no Judiciário, mas sim no Legislativo.
Segundo ele, cabe ao Congresso Nacional articular uma saída política para o impasse. “A solução está no Congresso Nacional”, declarou o senador, reforçando que a decisão da Corte não encerra o debate. O julgamento será concluído nesta sexta-feira (12/9), quando os cinco ministros da Primeira Turma definirão as penas dos réus.
Marinho também comentou sobre a discussão em torno de um possível projeto de anistia. Ele rejeitou versões consideradas “anistia light”, que deixariam Bolsonaro de fora, e defendeu que o perdão deve ser “amplo, geral e irrestrito”, alcançando todos os envolvidos. “Não podemos ter seletividade. Se é para haver anistia, que seja para todos”, argumentou.
O discurso do senador reflete a estratégia da oposição de transferir o debate para o campo político, em vez de concentrá-lo apenas no âmbito jurídico. A aposta é de que a pressão sobre o Congresso pode abrir espaço para uma saída negociada que reverta ou amenize os efeitos da condenação do ex-presidente e de seus aliados.
