Ingrid Emanuelle Santos, de 34 anos, foi morta brutalmente na última quarta-feira (10) em Governador Valadares, Minas Geras, após ter a casa invadida por falsos entregadores.
Imagens, capturadas por câmeras de segurança, mostram a ação dos dois criminosos suspeitos de matar a vítima. A dupla usou o disfarce para ter acesso ao imóvel e, em poucos minutos, cometeu o crime. A ação durou cerca de 10 minutos, e os suspeitos fugiram logo em seguida, possivelmente em uma moto.
Ingrid Emanuelle Santos, de 34 anos, foi morta brutalmente na última quarta-feira (10) em Governador Valadares, Minas Geras, após ter a casa invadida por falsos entregadores.
Imagens, capturadas por câmeras de segurança, mostram a ação dos dois criminosos suspeitos de matar a vítima. A dupla usou o disfarce para ter acesso ao imóvel e, em poucos minutos, cometeu o crime. A ação durou cerca de 10 minutos, e os suspeitos fugiram logo em seguida, possivelmente em uma moto.
Ingrid foi encontrada com as mãos amarradas e um corte profundo no pescoço após um familiar tentar contato com ela e não conseguir.
Já nesta sexta-feira (12), os dois homens foram presos na cidade de Itumbiara, no sul de Goiás, quando os suspeitos estavam dentro de um ônibus de viagem.
Os homens foram detidos e encaminhados para a delegacia, para darem continuidade sobre a motivação e circunstâncias do crime.
Quem era Ingrid
Ingrid Emanuelle Santos, de 34 anos, era vendedora de semijóias, através de uma loja virtual. Nas redes sociais, ela costumava divulgar seus produtos.
Além de se dedicar a filha, de três anos e ao negócio, ela também encontrava tempo para praticar crossfit, atividade física que apreciava.
Parentes próximos a Ingrid definiram a jovem como uma “mãe dedicada”. “Ela só trabalhava, cuidava da família, da casa e da filha [de 3 anos], que era a prioridade dela. Era uma pessoa amorosa, generosa, família”, disse o parente que prefere não ter o nome divulgado.
“Às vezes, a gente tá do lado de cá e vê uma reportagem de um crime tão brutal e pensa que: ‘ah, fez alguma coisa’ ou ‘ah, deve alguma coisa’. Não. Ela só trabalhava e cuidava da filha dela, vivia para a família dela.”
