Dois homens foram presos em Itumbiara (GO), na madrugada desta sexta (12), suspeitos de matar a empresária Ingrid Emanuelle Santos, 34, em Governador Valadares (MG).
Eles viajavam em um ônibus para o Tocantins quando foram interceptados em operação conjunta das polícias de Minas, Goiás, Pará e da Polícia Federal.
A dupla, de 36 e 30 anos, teria passado dez dias na cidade monitorando a vítima e entrou na casa dela disfarçada de entregadores, amarrando-a e cortando seu pescoço.
Um dos presos confessou informalmente a participação. Eles responderão por feminicídio duplamente qualificado, furto qualificado e adulteração de veículo, crimes que podem somar até 53 anos de prisão. A polícia apura se o assassinato foi encomendado.
Dois homens suspeitos de assassinar a empresária Ingrid Emanuelle Santos, de 34 anos, foram presos na madrugada desta sexta (12), em Itumbiara, Goiás, a quase mil quilômetros de Governador Valadares (MG), onde o crime ocorreu.

Reprodução falsos entregadores
Eles viajavam em um ônibus com destino ao Tocantins quando foram interceptados em uma operação conjunta da Polícia Militar de Goiás, com apoio das forças de segurança de Minas Gerais, Pará e da Polícia Federal.
Criminoso confessa o crime e revela dinheiro
Um dos criminosos teria confessado o crime, e que recebeu R$ 80 mil para matar a empresária.
Segundo a polícia, os suspeitos, que são um homem de 36 anos, natural do Tocantins, e outro de 30 anos, do Pará, teriam passado dez dias em Governador Valadares monitorando a rotina da vítima.
Investigação da Polícia Civil
Agora, a investigação apura se o assassinato foi encomendado e quem teria sido o mandante.
Durante a abordagem, os agentes apreenderam um revólver calibre 38, uma pulseira e outros objetos que reforçam a participação da dupla no crime.
De acordo com a ocorrência, Ingrid foi morta dentro de casa na noite de quarta (10). Os suspeitos teriam entrado no imóvel disfarçados de entregadores, amarrado as mãos da empresária e a matado com um corte no pescoço. O corpo foi encontrado por familiares.
O delegado Márdio Bento Costa classificou o caso como feminicídio e informou que um dos detidos confessou informalmente o envolvimento. A dupla deve responder por feminicídio duplamente qualificado, furto qualificado e adulteração de veículo, crimes que podem resultar em até 53 anos de prisão.
