Agentes divulgaram uma nova foto de Hytalo Santos no presídio da Paraíba, registrando sua chegada ao sistema prisional local. O influenciador e seu marido, Israel Nata Vicente, foram transferidos do sistema prisional de São Paulo para a Paraíba no último dia 28 de agosto.
Agentes divulgaram uma nova foto de Hytalo Santos no presídio da Paraíba, registrando sua chegada ao sistema prisional local. O influenciador e seu marido, Israel Nata Vicente, foram transferidos do sistema prisional de São Paulo para a Paraíba no último dia 28 de agosto.

Foto: Reprodução
O casal deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, e seguiu para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, de onde embarcaram com destino a João Pessoa. A transferência marcou o deslocamento de Hytalo e do marido entre estados, reforçando a cobertura sobre o caso.
Relembre o caso
O influenciador digital Hytalo Santos, natural da Paraíba, ficou conhecido nas redes sociais por compartilhar sua rotina com um grupo de menores, chamado por ele de “Turma do Hytalo” ou “filhos”, apesar de não existir vínculo de adoção formal. Desde o fim de 2024, ele passou a ser investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suposta exploração da imagem de crianças e adolescentes, incluindo denúncias de adultização, vídeos com conotação sexual, coreografias sensuais, perguntas inapropriadas e até incentivo a beijos entre menores.
As investigações apontaram também para possível exploração para lucro, já que os conteúdos geravam monetização, recebimento de presentes caros e até premiações. Durante a apuração, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa do influenciador em João Pessoa, com recolhimento de celulares e outros equipamentos, além do bloqueio de suas redes sociais. O Judiciário ainda determinou a proibição de contato com os menores envolvidos e a realização de estudo psicossocial.
Em 15 de agosto de 2025, Hytalo foi preso preventivamente em Carapicuíba, na Grande São Paulo, junto com o marido Israel Nata Vicente. A prisão foi decretada com base em indícios de exploração de trabalho infantil, tráfico de pessoas e exploração sexual de menores, além de risco de obstrução das investigações.