O suposto assassino do ativista de direita Charlie Kirk, Tyler Robinson, vivia um relacionamento com uma mulher transexual, afirmou o governador de Utah, neste domingo (14). Kirk criticava frequentemente os direitos LGBTQ+, em particular os das pessoas transgênero, grupo que o suspeito defendia ativamente.
O suposto assassino do ativista de direita Charlie Kirk, Tyler Robinson, vivia um relacionamento com uma mulher transexual, afirmou o governador de Utah, neste domingo (14). Kirk criticava frequentemente os direitos LGBTQ+, em particular os das pessoas transgênero, grupo que o suspeito defendia ativamente.
De acordo com o político, a namorada do homem apontado como atirador estava em processo de transição de gênero. “Sim, posso confirmar”, disse o governador Spencer Cox ao canal CNN. “O colega de quarto [de Tyler Robinson] era seu parceiro romântico, um homem em processo de transição para se tornar mulher”, declarou.
Kirk criticava frequentemente os direitos LGBTQ+, em particular os das pessoas transgênero, grupo que Tyler defendia ativamente.
Desde seu retorno ao poder, Trump também tem denunciado uma suposta “transgeneromania”, que, segundo ele, está assolando os Estados Unidos e à qual prometeu pôr fim.
No entanto, os investigadores até o momento não encontraram evidências da influência da companheira de Robinson no assassinato.
“Isso é o que estamos tentando determinar agora mesmo. É fácil tirar conclusões precipitadas (…) mas quero ser cauteloso”, declarou Cox.
O político ainda afirmou que a companheira “não fazia ideia do que estava acontecendo” e tem sido “incrivelmente cooperativa” com os investigadores, ao contrário do suspeito, que se recusa a fornecer detalhes.
No entanto, líderes da direita conservadora já definem o caso como “movimento transgênero, classificado como movimento terrorista”. Fato que ainda não foi confirmado pelas investigações.
