O governo de São Paulo determinou a mobilização total das forças de segurança para capturar os responsáveis pelo assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, morto nesta segunda-feira (15) em uma emboscada em Praia Grande, no litoral paulista. Fontes estava de carro quando foi perseguido por criminosos em uma Hilux SW4 preta. Durante a perseguição, o veículo do delegado foi atingido por um ônibus, capotou e, em seguida, os bandidos desceram armados com fuzis e dispararam diversas vezes contra ele. O ex-delegado não resistiu aos ferimentos. Imagens de câmeras de segurança registraram a ação violenta.

Foto: Reprodução
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O governo de São Paulo determinou a mobilização total das forças de segurança para capturar os responsáveis pelo assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, morto nesta segunda-feira (15) em uma emboscada em Praia Grande, no litoral paulista. Fontes estava de carro quando foi perseguido por criminosos em uma Hilux SW4 preta. Durante a perseguição, o veículo do delegado foi atingido por um ônibus, capotou e, em seguida, os bandidos desceram armados com fuzis e dispararam diversas vezes contra ele. O ex-delegado não resistiu aos ferimentos. Imagens de câmeras de segurança registraram a ação violenta.

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Com uma carreira de mais de 40 anos na Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes ocupou cargos de grande relevância, chegando a ser delegado-geral do estado. Ele teve atuação marcante no combate ao crime organizado, narcotráfico e roubos a bancos, especialmente em investigações que atingiram diretamente o PCC, a maior facção criminosa de São Paulo. Após sua aposentadoria da polícia, assumiu a função de secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande, cargo que ocupava até o momento da execução.

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O crime causou forte repercussão e mobilizou as autoridades. O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que foi montada uma força-tarefa prioritária para identificar e prender os responsáveis, destacando que o caso terá a mais alta prioridade do governo Tarcísio de Freitas. O GAECO, braço do Ministério Público voltado ao combate ao crime organizado, também ofereceu apoio às investigações. A Secretaria de Segurança Pública lamentou o assassinato e informou que equipes da Polícia Civil e Polícia Militar agiram rapidamente, localizaram o veículo incendiado usado na fuga e preservaram a cena do crime para a perícia. As autoridades investigam ainda a participação de um segundo carro na emboscada.

Pelo histórico de atuação de Fontes contra o crime organizado, a principal suspeita é de que a execução tenha sido motivada por vingança. O governo paulista classificou o episódio como um ataque direto à segurança pública e reforçou que os criminosos serão identificados e responsabilizados. A morte do ex-delegado-geral gerou comoção no meio policial e político, reacendendo o debate sobre a proteção de autoridades que enfrentaram organizações criminosas ao longo da carreira.

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