Investigadores das Nações Unidas acusaram Israel de cometer “genocídio” em Gaza, com o objetivo de “destruir os palestinos” que vivem no território. O relatório responsabiliza o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Isaac Herzog e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant por instigarem os atos.

ONU acusa Israel de genocídio em Gaza

Investigadores das Nações Unidas acusaram Israel de cometer “genocídio” em Gaza, com o objetivo de “destruir os palestinos” que vivem no território. O relatório responsabiliza o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o presidente Isaac Herzog e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant por instigarem os atos.

O governo de Israel rejeitou as acusações, classificando a investigação como “parcial e mentirosa”. Em um comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou que “Israel rejeita categoricamente este relatório tendencioso e mentiroso e pede a dissolução imediata desta comissão de inquérito”.

A Comissão de Inquérito (COI) concluiu que, desde outubro de 2023, as autoridades e forças israelenses cometeram “quatro dos cinco atos genocidas” definidos pela Convenção sobre o Genocídio de 1948.

Esses atos incluem: “matar membros do grupo, causar danos físicos ou mentais graves a membros do grupo, submeter deliberadamente o grupo a condições de vida calculadas para provocar a sua destruição física, total ou parcial, e impor medidas destinadas a impedir os nascimentos dentro do grupo“.

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