O cirurgião plástico Guilherme Bortolotti, apelidado de “doutor do medo”, é acusado por pacientes e ex-funcionários de condutas graves e procedimentos irregulares em clínicas do litoral de São Paulo. De acordo com reportagem exibida no programa Domingo Espetacular, mais de cinco pacientes relataram complicações e práticas indevidas durante e após cirurgias realizadas pelo médico.
O cirurgião plástico Guilherme Bortolotti, apelidado de “doutor do medo”, é acusado por pacientes e ex-funcionários de condutas graves e procedimentos irregulares em clínicas do litoral de São Paulo. De acordo com reportagem exibida no programa Domingo Espetacular, mais de cinco pacientes relataram complicações e práticas indevidas durante e após cirurgias realizadas pelo médico.
Ex-funcionários afirmam que Bortolotti humilhava a equipe de enfermagem, utilizava material supostamente contaminado e tratava pacientes e colaboradores com palavras ofensivas. Há ainda denúncias de que ele teria agredido pacientes durante procedimentos de lipoaspiração.
“Essas gordas acham que eu vou fazer milagre. Estou trabalhando de graça, porque isso não vale 18 mil”, teria dito o médico, segundo relato exibido na TV.
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo confirmou que há uma sindicância em andamento contra Bortolotti, mas não divulgou detalhes nem resultados.
Nas redes sociais, onde acumula mais de 67 mil seguidores, o médico nega as acusações e afirma ser vítima de calúnias para destruir sua reputação.
Bortolotti atua no litoral paulista, mesma região onde a jovem Jamili Carvalho Oliveira morreu no último sábado (14), após realizar um preenchimento glúteo com hidrogel. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de que o procedimento que levou à morte da jovem tenha sido realizado por ele.

