O médico e pecuarista Ramiro Pereira morreu na queda do monomotor que pilotava sozinho rumo a Figueirópolis D’Oeste (MT). Os destroços foram encontrados em uma fazenda entre Coxim e Corumbá (MS). Segundo a FAB, havia chuva forte e trovoadas na região no momento do acidente. Ramiro era piloto experiente e tinha todas as documentações em dia, de acordo com a família.
O médico e pecuarista Ramiro Pereira morreu na queda de um avião de pequeno porte no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Ele viajava sozinho com destino a Figueirópolis D’Oeste (MT). A morte foi confirmada pela família nesta terça-feira (16), após os destroços da aeronave serem localizados em uma fazenda entre Coxim e Corumbá (MS).
Equipes da Força Aérea Brasileira (FAB) foram acionadas para as buscas pelo corpo do piloto e pelos destroços da aeronave. Em nota, a FAB informou que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) iniciou as buscas logo após o desaparecimento do avião e confirmou que havia condições meteorológicas instáveis na região, com chuva forte e trovoadas no momento da queda.
Segundo dados do site de rastreamento Flight Aware, o avião decolou às 6h39 e tinha previsão de pouso às 7h50. A queda e a morte de Ramiro também foram confirmadas por equipes do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), responsável por investigar acidentes aéreos no estado. De acordo com a delegada Ana Cláudia Medina, o local da queda é de difícil acesso. O corpo do médico foi encontrado e deve ser liberado após a perícia.
Registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) apontam que o monomotor Cessna P210N, fabricado em 1980, estava em nome de Ramiro e com a documentação em dia, com certificação de aeronavegabilidade válida até agosto de 2026.
Médico e pecuarista
Natural de Presidente Prudente (SP) e morador de Araçatuba, Ramiro era formado em medicina, mas nunca chegou a exercer a profissão. Atuava como agropecuarista e era proprietário de uma fazenda em Santo Antônio do Aracanguá (SP), além de outras duas propriedades rurais — uma no Mato Grosso do Sul e outra em Mato Grosso. Segundo o filho, Flavio Matos, Ramiro era um piloto experiente e tinha todas as documentações necessárias para exercer a atividade.
