Tyler Robinson foi formalmente indiciado nesta terça-feira (16) pela Justiça dos Estados Unidos por homicídio qualificado no assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Durante a audiência preliminar, realizada de forma virtual, o réu demonstrou surpresa ao ser informado de que, caso seja condenado, poderá receber a pena de morte.
Tyler Robinson foi formalmente indiciado nesta terça-feira (16) pela Justiça dos Estados Unidos por homicídio qualificado no assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Durante a audiência preliminar, realizada de forma virtual, o réu demonstrou surpresa ao ser informado de que, caso seja condenado, poderá receber a pena de morte.
Vestindo um colete verde e sentado diante de uma parede branca, Robinson limitou-se a confirmar seu nome e permaneceu em completo silêncio durante todo o procedimento. Segundo relatos, ao ouvir do Ministério Público que a acusação prevê pena capital, o suspeito ficou visivelmente assustado, ainda que não tenha pronunciado nenhuma palavra.
O juiz Tony Graf, responsável pelo caso, definiu junto à Procuradoria de Utah que o julgamento terá início em 29 de setembro, atendendo ao pedido do Ministério Público para que o réu responda por homicídio com agravante, condição que permite a solicitação da pena de morte.
Pelotão de fuzilamento
A campanha por uma execução por pelotão de fuzilamento contra Tyler Robinson, de 22 anos, suspeito de assassinar o ativista conservador Charlie Kirk, ganhou força nas redes sociais nos Estados Unidos. Muitos defensores da medida citam o princípio “olho por olho, dente por dente”, a Lei de Talião, como justificativa para a aplicação da pena máxima.
Segundo os promotores, o suspeito se radicalizou nos últimos anos na internet e mantinha uma “ideologia de esquerda”.
O pedido pela execução ganhou atenção de nomes de peso, incluindo o presidente Donald Trump e o governador de Utah, Spencer Cox, ambos republicanos. Utah é um dos três estados americanos que permitem a execução por pelotão de fuzilamento.
