O pesquisador Edison Boaventura Júnior afirma ter visto, aos 14 anos, uma “nave-mãe” lançar objetos luminosos no céu do Guarujá (SP), experiência que o levou a criar o Grupo Ufológico de Guarujá.

Ele também cita o “Caso Ubatuba”, de 1957, quando fragmentos de um suposto OVNI teriam sido recolhidos e analisados, embora sem comprovação oficial.

Boaventura acredita que governos escondem dados por “ganância tecnológica” e medo de pânico social. Para ele, avanços em transparência nos EUA podem levar a revelações sobre vida extraterrestre entre 2025 e 2028.

Imagem UOL
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Aos 14 anos, Edison Boaventura Júnior viveu um episódio que mudou sua trajetória. Em entrevista para o Uol, no programa “Alt Tabet”, do apresentador Antônio Tabet, ele relatou ter visto, no Guarujá, litoral sul de São Paulo, uma “nave-mãe” lançar dezenas de luzes no céu, fato que, segundo ele, também foi presenciado por familiares e vizinhos.

Centro Ufológico do Guarujá

O caso o motivou a fundar o Grupo Ufológico de Guarujá (GUG), dedicado a investigar supostos avistamentos, pousos e contatos com objetos voadores não identificados no litoral paulista.

Boaventura descreve a cena como “uma estrutura enorme, alaranjada, soltando objetos luminosos”, que desapareceu na direção de Santos.

Para ele, a ausência de registros oficiais se explica por uma suposta tentativa de governos de esconder informações, motivada por “ganância tecnológica” e temor de “pânico social”.

“O acobertamento existe por alguns fatores. O primeiro fator que eu falei contigo é a ganância tecnológica. Qualquer país que detenha essa tecnologia mais avançada vai ficar na frente dos seus inimigos potenciais. Esse é um fator. O outro fator é o fator de pânico, geração de pânico que seria de difícil controle por conta dos órgãos de segurança”, afirma Edison.

Caso Ubatuba

O ufólogo também menciona o “Caso Ubatuba”, de 1957, quando fragmentos de um alegado OVNI teriam sido recolhidos e analisados, inclusive pela Nasa — dado não confirmado em documentos públicos.

Boaventura acredita que a confirmação da existência de vida extraterrestre está próxima. Ele cita avanços em transparência nos Estados Unidos, pedidos de abertura de dados e debates na Nasa e no Congresso americano. Para o pesquisador, revelações podem ocorrer entre 2025 e 2028, possivelmente antes, caso ganhem força iniciativas de divulgação pública.

 

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