Os cinco adolescentes que aparecem no vídeo de sexo grupal com uma menina, de 15 anos, em um ônibus abandonado em Cascavel, no Paraná, quebraram o silêncio e se pronunciaram publicamente pela primeira vez sobre o caso.
Em uma entrevista publicada no Instagram, os jovens lamentam o ocorrido.
“Estamos arrependidos porque isso é coisa de menor e a gente não queria ter feito isso. Desculpa por ter vazado o vídeo dela, ter exposto ela na internet. Aconselhamos a não fazer isso porque é uma situação muito ruim e deixa a família triste”, declarou um dos meninos.
Os cinco adolescentes que aparecem no vídeo de sexo grupal com uma menina, de 15 anos, em um ônibus abandonado em Cascavel, no Paraná, quebraram o silêncio e se pronunciaram publicamente pela primeira vez sobre o caso.
Em uma entrevista publicada no Instagram, os jovens lamentam o ocorrido.
“Estamos arrependidos porque isso é coisa de menor e a gente não queria ter feito isso. Desculpa por ter vazado o vídeo dela, ter exposto ela na internet. Aconselhamos a não fazer isso porque é uma situação muito ruim e deixa a família triste”, declarou um dos meninos.
Após o caso ganhar repercussão nacional, a Prefeitura de Cascavel fez a remoção do ônibus que estava abandonado há cerca de dois anos. Segundo moradores, o veículo era usado como motel improvisado e também servia como ponto de consumo de drogas.
Alguns dias antes, a única menina que aparece nas filmagens falou sobre o vazamento das imagens. Em um texto publicado em suas redes sociais, a jovem afirmou que consentiu com a filmagem, mas não imaginou que ela seria divulgada na internet. “Eu fui vítima entre eles, eu não tenho culpa do que fizeram”, declarou.
Desde a publicação das imagens, os adolescentes têm sido alvos de piadas e comentários maldosos nas redes sociais.
O registro mostra cinco meninos e uma menina, todos com idades por volta de 15 anos, mantendo relações. Não há informações precisas sobre a data em que o vídeo foi gravado, mas a gravação circula nas redes sociais desde o início do mês.
O que diz a polícia
A Polícia Civil do Estado do Paraná investiga o caso e está atrás de todos que divulgaram ou armazenam fotos da “suruba”, uma vez que, segundo o Estatuto da Criança e do Adolecente (ECA), a prática configura crime grave.
Fofoca e tumulto em escolas
Além do vídeo viralizar entre alunos, o assunto tumultuou as aulas em várias escolas do Estado do Paraná. Um professor chegou a registrar um boletim de ocorrência.
De acordo com professores, os alunos seguem compartilhando o vídeo. Um professor que não quis se identificar destacou que não aguenta mais a situação.
“Eles seguem exibindo o vídeo entre eles (alunos) e fazendo diversos comentários”, afirmou o professor.
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