As famílias de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza só souberam pela imprensa que os corpos dos amigos desaparecidos foram localizados na madrugada desta sexta-feira (19), em Icaraíma, no interior do Paraná. O quarteto estava sumido desde o início de agosto, após viajar de São José do Rio Preto (SP) para cobrar uma dívida. As famílias já estão a caminho do IML da região para liberação dos corpos.
Em entrevista ao BacciNotícias, Denise, viúva de uma das vítimas, declarou:

“A gente só agradece. Precisávamos finalizar essa história”. Ela criticou, porém, a forma como a informação foi divulgada. “Como não tiveram a decência de nos comunicar? Era o mínimo”, ressaltou.

esposa de uma das vítimas do amigos de Icaraíma
esposa de uma das vítimas do amigos de Icaraíma
As famílias de Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi, Diego Henrique Afonso e Alencar Gonçalves de Souza só souberam pela imprensa que os corpos dos amigos desaparecidos foram localizados na madrugada desta sexta-feira (19), em Icaraíma, no interior do Paraná. O quarteto estava sumido desde o início de agosto, após viajar de São José do Rio Preto (SP) para cobrar uma dívida. As famílias já estão a caminho do IML da região para liberação dos corpos.
Em entrevista ao BacciNotícias, Denise, viúva de uma das vítimas, declarou:

“A gente só agradece. Precisávamos finalizar essa história”. Ela criticou, porém, a forma como a informação foi divulgada. “Como não tiveram a decência de nos comunicar? Era o mínimo”, ressaltou.

A reportagem do BacciNotícias teve acesso aos bastidores de uma investigação particular que as família fizeram. Foram colocados detetives em 3 estados diferentes como: São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Os gastos familiares ultrapassaram o valor que os amigos receberiam. A irmã de uma das vítimas, que ficou isolada e com depressão durante toda a investigação, estava muito confiante em encontrar todos com vida, ela chegou a comentar que acreditava se tratar de um sequestro. As esposas, inconformadas, disseram a reportagem não acreditar que eles entraram numa “aventura sem volta”, já que eles não precisavam mais deste tipo de trabalho, já estavam com a vida financeira tranquila. Uma delas, que não vamos revelar o nome, disse que até teve uma premonição com a viagem dos amigos

“Não deveriam nunca ter ido até Icaraíma, tiveram atitudes de jovens em aventura”

O desfecho trágico dos amigos teve um detalhe revelado recentemente. Segundo Éder Cordeiro Azevedo, advogado da família de Alencar Gonçalves de Souza — suposto contratante do grupo — criminosos teriam se passado pelas vítimas em conversas via WhatsApp logo após o desaparecimento, no início de agosto.
Em busca do dinheiro
De acordo com a investigação, a família de Antonio e Paulo comprou de Alencar uma propriedade rural no valor de R$ 255 mil, dividida em dez notas promissórias de R$ 25 mil. Nenhuma parcela foi quitada, o que teria motivado a cobrança feita pelos homens, que atuavam há cerca de 13 anos em recuperação de dívidas.
Embora versões iniciais apontassem valores que variavam de R$ 100 mil a R$ 1 milhão, a polícia confirmou apenas a negociação oficial de R$ 255 mil.

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