MC Poze do Rodo não errou ao afirmar que seu carro não demoraria a reaparecer. A Land Rover Defender blindada do funkeiro, levada por criminosos no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, foi recuperada poucas horas após o assalto, ainda nesta quinta-feira (18).
MC Poze do Rodo não errou ao afirmar que seu carro não demoraria a reaparecer. A Land Rover Defender blindada do funkeiro, levada por criminosos no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, foi recuperada poucas horas após o assalto, ainda nesta quinta-feira (18).
O veículo estava com dois amigos do artista quando foi roubado.
Nas redes sociais, circularam vídeos em que homens abastecem o automóvel e fazem chacota da situação. Em um dos registros, um deles diz: “Carro já tá com os crias, só abastecer aqui para entregar pro senhor com tanque cheio”. Pouco depois, o veículo foi devolvido.
O próprio Poze confirmou o desfecho em suas redes sociais, agradecendo as mensagens de preocupação, mas reforçando que nunca acreditou que o caso ficaria sem solução. “Obrigado por quem se preocupou, mas nem era muito de se preocupar. Rio de Janeiro, nós é queridão”, ironizou o cantor.
O funkeiro também relatou que moradores chegaram a enviar informações sobre a localização do carro, o que facilitou a recuperação.
Mais cedo, Poze havia mandando um recado aos bandidos: “O carro é meu e o carro vai aparecer. Tem maluco pra tudo, tem corajoso pra tudo. Se pega papai na pista, eu jogo é para o alto. Quem estiver, o papo é reto.”
Até o momento, não há informações sobre prisões ligadas ao crime.
Histórico de polêmicas de MC Poze
Essa não é a primeira vez que o nome de MC Poze aparece no noticiário policial. Em maio de 2024, o cantor foi preso pela Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) por suposta ligação com a facção Comando Vermelho (CV).
Além disso, o funkeiro já havia se envolvido em outras polêmicas:
Em 17 de maio, durante um show dele na Cidade de Deus, homens foram flagrados exibindo fuzis no meio do público.
As imagens circularam nas redes sociais e mostraram armas de uso restrito sendo apontadas para o alto durante a apresentação.
O evento ocorreu um dia antes de uma operação policial que investigava uma fábrica de gelo suspeita. Durante a ação, o policial José Lourenço, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), foi baleado na cabeça e morreu no hospital.

