O governo dos Estados Unidos aplicou a Lei Magnitsky contra Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, e contra o Instituto LEX, empresa da família do magistrado. A medida foi publicada no mesmo dia da chegada do presidente Lula aos EUA e é vista como uma estratégia para aumentar a pressão política sobre o Brasil.

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A decisão dos Estados Unidos de aplicar a Lei Magnitsky contra Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, e contra o Instituto LEX, empresa da qual ela e os filhos do magistrado são sócios, foi planejada para aumentar a pressão política sobre o Brasil. Segundo apuração da CNN, a medida foi “premeditada” com o objetivo de constranger o governo brasileiro.

De acordo com relatos obtidos pela emissora, a documentação que oficializou as sanções já estava pronta desde a semana anterior. No entanto, a publicação ocorreu apenas nesta segunda-feira (22), justamente após a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos Estados Unidos, onde cumpre agenda oficial.

Lula desembarcou em solo americano na noite de domingo (21) e participa nesta terça-feira (23) da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas). Ele será o primeiro chefe de Estado a discursar no evento, seguido pelo presidente Donald Trump.

Ainda segundo a CNN, o governo norte-americano não concluiu a lista de novas sanções contra autoridades brasileiras. A expectativa é de que outras medidas sejam anunciadas ainda nesta segunda-feira ou nos próximos dias, embora não haja previsão de que outros ministros do STF sejam enquadrados pela Lei Magnitsky neste momento.

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