Aos 66 anos, Gretchen revelou uma importante transformação no visual após enfrentar alopecia. A artista, que mora em Portugal, surpreendeu seguidores ao mostrar que adotou uma lace tipo de peruca hiper-realista, como alternativa ao transplante capilar.
Aos 66 anos, Gretchen revelou uma importante transformação no visual após enfrentar alopecia. A artista, que mora em Portugal, surpreendeu seguidores ao mostrar que adotou uma lace tipo de peruca hiper-realista, como alternativa ao transplante capilar.
A decisão pela lace, explicou ela, surgiu como um momento de descanso do couro cabeludo, após meses de queda capilar e fios cada vez mais finos. “Há dois meses estou descansando meu couro cabeludo”, disse Gretchen, que já usava mega hair, mas sentiu que a opção pesada estava agravando a situação.
Ela contou que chegou a considerar o transplante, mas desistiu ao consultar um especialista. Isso porque ela teria que suspender trabalhos por até um ano, e não estava disposta a comprometer sua rotina de gravações. Além disso, o médico avaliou que a alopecia era progressiva e irreversível nas áreas onde o cabelo já havia sumido.
Gretchen também explicou a origem da perda: um corte químico realizado com guanidina e tintura incompatível. Depois disso, os fios começaram a cair e não se recuperaram plenamente. A entrada frontal foi especialmente atingida, ela revelou.
Mais do que estética, ela assumiu uma postura de empoderamento ao dividir sua jornada. Ao falar sobre o impacto da alopecia, declarou: “Não adianta ser influenciadora e não influenciar de verdade para o bem”. A cantora disse ainda que seu marido, Esdras de Souza, reforça seu valor interior. “O que interessa para ele é a beleza interior, quem sou como pessoa.”
Com a nova lace, Gretchen celebrou o resultado com entusiasmo: “Cheguei sem cabelo e saí pleníssima”, afirmou com emoção ao mostrar o acabamento natural e a leveza do novo visual.
Nas redes sociais, ela tem sido inspiração para mulheres que enfrentam a alopecia — mostrando que é possível reconstruir a autoestima e fazer escolhas conscientes mesmo diante da dor e da falta de resposta dos tratamentos convencionais.
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