Uma igreja evangélica de Sumaré, no interior de São Paulo, foi destruída por um incêndio criminoso na madrugada desta quinta (25). Criminosos quebraram uma janela e atearam fogo, destruindo instrumentos e equipamentos. Apesar do ataque, uma Bíblia permaneceu intacta no altar, fato interpretado pelos fiéis como sinal de fé
Uma igreja evangélica localizada no bairro Ipê 2, em Sumaré, no interior de São Paulo, foi alvo de um incêndio criminoso na madrugada desta quinta-feira (25). O templo, pertencente à Assembleia de Deus – AD Viva, ficou completamente destruído após criminosos quebrarem uma janela e atearem fogo no espaço.
O fogo se espalhou rapidamente e consumiu cadeiras, estofados, paredes, além de equipamentos e instrumentos musicais comprados recentemente pelos membros. A cena registrada após o ataque mostrava objetos chamuscados e paredes escurecidas pela fumaça.
O pastor presidente, Alexandre Rodrigues, disse ter recebido a notícia logo pela manhã e confirmou que quase tudo foi destruído. “Encontramos uma igreja queimada, instrumentos e altar destruídos. Mas, surpreendentemente, minha Bíblia pessoal, que estava sobre o púlpito, permaneceu intacta. Isso mostra que a Palavra de Deus não se apaga”, afirmou.
Apesar da destruição, os fiéis começaram imediatamente os trabalhos de limpeza e recuperação do espaço. “Hoje mesmo vamos realizar nosso culto às 19h30. Não podemos parar. A igreja vai se reerguer”, completou o pastor.
Os instrumentos musicais, considerados essenciais para os cultos, foram todos queimados. Um dos membros, Matheus Oliveira, reforçou a necessidade de ajuda: “É muito triste ver tudo destruído. Os equipamentos são caros e estamos aceitando doações para reconstruir o que perdemos”.
A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência e a perícia esteve no local para identificar a origem das chamas. Ainda não há suspeitos. Para o pastor, o episódio representa um ato de perseguição: “Não sabemos quem fez isso, mas acreditamos que foi um ataque contra a igreja. Confiamos que a Justiça vai responsabilizar os culpados”.
Enquanto aguardam respostas da investigação, os fiéis se unem em mutirão para reconstruir o templo, com o apoio de moradores do bairro.
