Uma professora da Eminence High School, EUA, já presa por abuso sexual, recebeu 47 novas acusações, incluindo aliciamento e fornecimento de drogas. Alunos eram forçados a usar máscara do “Pânico”. O marido da educadora também é réu por ameaçar vítimas para que não denunciassem os crimes.
Uma professora da Eminence High School, em Indianápolis, nos Estados Unidos, volta ao centro do noticiário após receber novas denúncias de abuso sexual. A educadora de 31 anos, já presa, agora soma 47 acusações por crimes cometidos contra adolescentes, incluindo aliciamento, oferta de drogas e até ameaças.
O caso ganhou repercussão após relatos de que os alunos eram forçados a usar máscaras inspiradas em filmes de terror durante os atos.
Professora de Indianápolis é alvo de novas acusações
O processo se agravou em setembro, quando mais um adolescente afirmou ter sido vítima da docente. Segundo o jovem, ela teria fornecido cogumelos e maconha, feito avanços sexuais dias antes e depois de um show, e ainda enviado fotos íntimas. A Promotoria aponta que a professora prometia dinheiro em troca de imagens dos menores.
De acordo com o depoimento, a professora era conhecida entre os alunos por distribuir drogas durante os encontros. Os primeiros casos teriam ocorrido em agosto de 2024, com um estudante de 15 anos, e envolveram até episódios de sexo grupal na casa da acusada, após um passeio no shopping com autorização dos pais.

Abusos, ameaças e envolvimento do marido em Indianápolis
Antes mesmo da nova denúncia, a professora já enfrentava 40 acusações e possibilidade de prisão perpétua. Ela justificou seus atos criminosos dizendo que a perda de 68 quilos teria aumentado sua autoestima e atração, alegando que, caso não tivesse emagrecido, “nada disso” teria ocorrido.
O marido da professora, Nicholas Fortinberry, também virou réu. Segundo a mãe de uma das vítimas, ele ameaçou “matar na frente da família” um dos menores caso o jovem denunciasse os crimes à polícia. Ele responde por intimidação e omissão de denúncia.
