Um homem identificado como Linneker Steven Siqueira Ramos Silva está sendo procurado pela polícia. Ele é acusado de agredir violentamente sua enteada de apenas três anos. De acordo com informações das autoridades, a criança sofreu múltiplas lesões pelo corpo, incluindo traumatismo craniano e hematomas nos olhos, resultado de socos aplicados no rosto da criança pelo padrasto.

A menor recebeu atendimento médico emergencial e segue em recuperação. Embora já tenha tido alta, o estado de saúde é acompanhado por equipes médicas e requer cuidados

padrasto que espancou criança está foragido
padrasto que espancou criança está foragido

Um homem identificado como Linneker Steven Siqueira Ramos Silva está sendo procurado pela polícia. Ele é acusado de agredir violentamente sua enteada de apenas três anos. De acordo com informações das autoridades, a criança sofreu múltiplas lesões pelo corpo, incluindo traumatismo craniano e hematomas nos olhos, resultado de socos aplicados no rosto da criança pelo padrasto.

A menor recebeu atendimento médico emergencial e segue em recuperação. Embora já tenha tido alta, o estado de saúde é acompanhado por equipes médicas e requer cuidados.

O caso está sendo investigado e um mandado de prisão foi emitido contra Linneker, que permanece foragido. A polícia solicita que qualquer informação sobre o seu paradeiro seja comunicada imediatamente.

Segundo a polícia, a mãe da criança agredida pelo padrasto no Rio de Janeiro tinha conhecimento das agressões, inclusive durante um flagrante feito por um circuito interno.

Inicialmente, a mulher informou no hospital, que a criança havia se machuado ao cair da cama. No entanto, os médicos que atenderam a criança, desconfiaram da gravidade das lesões, que incluíam hematomas pelo corpo e traumatismo craniano. A polícia agora quer saber se houve omissão ou negligência por parte da responsável.

O Conselho Tutelar e a Vara da Infância e Juventude acompanham o caso, buscando garantir a proteção da criança e evitar novos episódios de violência. Denúncias podem ser feitas pelo Disque 100, canal que recebe relatos de violência contra crianças e adolescentes.

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