O advogado criminalista Luiz Roberto Pacheco, de 54 anos, foi dado como morto na manhã desta quinta-feira (2) em São Paulo, após dar entrada Pronto-Socorro da Santa Casa. Segundo o boletim de ocorrência, ele foi localizado desacordado em uma rua do bairro de Higienópolis. O SAMU chegou a prestar atendimento, mas Pacheco não resistiu e faleceu.

Advogado famoso é encontrado morto em bairro nobre de SP (Foto: Reprodução)
Advogado famoso é encontrado morto em bairro nobre de SP (Foto: Reprodução)

O advogado criminalista Luiz Roberto Pacheco, de 54 anos, morreu após dar entrada no Pronto-Socorro da Santa Casa, em São Paulo. Ele foi levado desacordado na quarta-feira (1), após ser encontrado em uma rua do bairro de Higienópolis. A identidade do advogado só foi confirmada na manhã desta quinta-feira (2). O SAMU prestou atendimento, mas Pacheco não resistiu.

De acordo com informações do programa Alo Você, do SBT, o advogado  havia saído de um bar na região de Higienópolis. Testemunhas relataram que ele parecia bem no início, mas começou a passar mal ainda no local, antes de ser encontrado desacordado na rua.

No início, o advogado foi tratado como um homem em situação de rua e seu corpo ficou por um dia inteiro na Santa Casa como indigente. Pacheco estava sem documentos, e sua identidade foi confirmada posteriormente por meio de exame papiloscópico.

Testemunhas relataram que o advogado apresentava convulsões e dificuldades respiratórias antes de ser socorrido. Segundo amigos próximos, ele estava desaparecido desde terça-feira (30).

As circunstâncias de sua morte ainda são investigadas.

Quem é o advogado?

Luiz Roberto Pacheco atuava na advocacia criminal há mais de duas décadas. Ele começou sua carreira em 1994 no escritório do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. Em 2000, tornou-se sócio de renomados advogados e participou de casos de grande repercussão, incluindo a defesa do ex-deputado José Genuíno (PT-SP) durante o julgamento do mensalão.

Até 2013, trabalhou ao lado de importantes nomes da advocacia criminal, como Sônia Cochrane Ráo, Dora Cavalcanti, Sandra Pires, Camila Nogueira Gusmão Medeiros, Ana Lúcia Penón e Marina Chaves Alves. No mesmo ano, fundou seu próprio escritório, atuando de forma independente, mas mantendo parcerias estratégicas. Descrito por ele como “pequeno, como devem ser os bons escritórios de advocacia criminal”, o espaço priorizava dedicação, rigor técnico e compromisso ético.

*Em atualização

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