A morte misteriosa do advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco segue sendo investigada pela Polícia Civil de São Paulo como suspeita de intoxicação por metanol e mensagens com amigos revelam detalhe sobre o caso. Luiz foi encontrado sem vida na madrugada de quarta-feira (01), em Higienópolis, região central da capital.
A morte misteriosa do advogado criminalista Luiz Fernando Pacheco segue sendo investigada pela Polícia Civil de São Paulo como suspeita de intoxicação por metanol e mensagens com amigos revelam detalhe sobre o caso. Luiz foi encontrado sem vida na madrugada de quarta-feira (01), em Higienópolis, região central da capital.
Antes de passar mal, ele enviou mensagens em um grupo de amigos no WhatsApp. Veja:
0h03 – mensagem enviada e apagada
0h06 – Pacheco: “Desculpe os erros, tomei metanol”
Cerca de 40 minutos depois, a polícia iniciou a ocorrência e as 1h40 a morte foi registrada.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados pelo Copom para atender a uma ocorrência na Rua Itambé, 143. No local, Pacheco estava sendo atendido pelo Samu, apresentando convulsões e dificuldade para respirar. Ele foi levado à Santa Casa, sem documentos.
Último momento com amigos
De acordo com pessoas próximas, ele havia ido a um bar em Higienópolis com três amigos para comemorar a isenção do Imposto de Renda. Enquanto os amigos beberam cerveja, Pacheco teria consumido uísque. Ao pegar um táxi para ir embora, começou a passar mal.
A Secretaria de Segurança Pública informou que investiga o caso e aguarda os laudos:
“O caso é investigado e os resultados dos laudos, assim que concluídos, serão analisados pela autoridade policial para contribuir com o esclarecimento da morte.”
O caso foi registrado pelo 78º Distrito Policial como morte súbita.
