A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou o quinto caso suspeito de intoxicação por metanol, sendo o primeiro registrado na Região Metropolitana do Recife, em Olinda. A paciente está estável após consumir vodca adulterada, mas o estado já investiga três mortes e casos de perda de visão ocorridos no Agreste, reforçando o alerta sobre bebidas contaminadas.

Imagem ilustrativa de bebidas || Imagem-Reproduçao: Internet - Google Imagens
Imagem ilustrativa de bebidas || Imagem-Reproduçao: Internet - Google Imagens

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Pernambuco confirmou na última quinta-feira(2), a notificação de um quinto caso suspeito de intoxicação por metanol no estado, sinalizando que a crise se expande para além do interior.

Trata-se da primeira ocorrência registrada na Região Metropolitana do Recife, especificamente no município de Olinda. O estado já conduz investigações para determinar a ligação da ingestão de bebidas alcoólicas adulteradas com três óbitos anteriormente reportados no estado.

Sintomas após o consumo de bebiba

Neste novo registro, a moradora de Olinda, está internada em uma unidade de saúde no Recife. Ela manifestou sintomas como náuseas, vômito, dor de cabeça e visão turva após consumir vodca.

Segundo o comunicado da SES, a busca por atendimento médico ocorreu na última segunda-feira (29), três dias após o início dos sintomas. Felizmente, seu quadro clínico é considerado estável.

Expansão geográfica da crise

Com a inclusão da notificação de Olinda, a lista de casos suspeitos de intoxicação por metanol reportados à SES de Pernambuco demonstra que o problema já abrange diferentes áreas geográficas do estado. Essa dispersão indica uma necessidade crescente de atenção e fiscalização.

A situação continua mais crítica na região do Agreste, pois, na cidade de Lajedo concentra dois dos casos mais graves: um resultou em morte e outro levou o paciente a sofrer perda total da visão.

No município de João Alfredo também confirmou um óbito suspeito que está sendo investigado para confirmar a relação com o consumo da substância contaminante. As autoridades de saúde continuam monitorando ativamente a situação e a origem das bebidas adulteradas.

Leia também no BacciNoticias: 

Vídeos curtos

Mais lidas